Livros de Rabindranath Tagore

Compreendemos mal o mundo e depois dizemos que ele nos decepciona.

Sobre o Autor

Rabindranath Tagore

Rabindranath Tagore, ou Rabíndranáth Thákhur (रवीन्द्रनाथ ठाकुर), ocidentalizado Tagore, (6 de maio de 1861 em Calcutá, Índia - 7 de agosto de 1941 em Calcutá

Melhores Livros de Rabindranath Tagore

Mais frases de Rabindranath Tagore

Compreendemos mal o mundo e depois dizemos que ele nos decepciona.

Onde o espírito não teme, a fronte não se curva.

Há triunfos que só se obtêm pelo preço da alma, mas a alma é mais preciosa que qualquer triunfo.

Aos que me são queridos, deixo as coisas pequenas. As grandes são para todos.

Não podes ver o que és. O que vês é a tua sombra.

Se fechar a porta a todos os erros, a verdade ficará lá fora.

Quanto maiores somos em humildade, tanto mais próximos estamos da grandeza.

O meu poema é a resposta da alma ao apelo do universo.

Nem por crescer em poder chegará o falso a ser verdadeiro.

O trabalho só nos cansa, se não nos dedicarmos a ele com alegria.

O único mundo da mulher é o coração do homem.

Se de noite chorares pelo sol, não verás as estrelas.

O maior vai de boa mente com o mais pequeno. O medíocre vai sozinho.

O amor é um mistério sem fim, já que não há nada que o explique.

O poder infinito de Deus não está na tempestade, mas na brisa.

Os homens são cruéis, mas o homem é bom.

A inteligência aguda e sem grandeza tudo fura e nada move.

É tão fácil esmagar, em nome da liberdade exterior, a liberdade interior.

Formosura, procura encontrar-te no amor, não na adulação do espelho.

Se choras porque perdeste o sol, as lágrimas não te deixarão ver as estrelas.

A falta de amor é um grau de imbecilidade, porque o amor é a perfeição da consciência.

O homem mergulha na multidão para afogar o grito do seu próprio silêncio

A noite abre as flores em segredo e deixa que o dia receba os agradecimentos

Cada criança ao nascer, nos trás a mensagem de que Deus não perdeu as esperanças nos homens.

É hora de partir, meus irmãos, minhas irmãs Eu já devolvi as chaves da minha porta E desisto de qualquer direito à minha casa. Fomos vizinhos durante muito tempo E recebi mais do que pude dar. Agora vai raiando o dia E a lâmpada que iluminava o meu canto escuro Apagou-se. Veio a intimação e estou pronto para a minha jornada. Não indaguem sobre o que levo comigo. Sigo de mãos vazias e o coração confiante.

Quando as cordas de minha vida se afinarem, a cada toque Seu soará a música do amor.

Para adornar-te, para vestir-te,para fazer-te mais preciosa, o mar dá as suas pérolas, a terra o seu ouro, os jardins as suas flores.

Que eu nunca mendigue paz para a minha dor, mas coração forte para dominá-la.

Não quero rezar para me proteger dos perigos, mas para ser destemido ao encará-los. Não quero implorar para que me retirem a dor, mas para que tenha um coração que a possa conquistar. -

A morte não é o apagamento da luz; é o ato de dispensar a lâmpada porque o dia já raiou.

A borboleta conta momentos e não meses, e tem tempo de sobra.

Na entorpecida negra caverna da mente, os sonhos constroem seu ninho com fragmentos caídos da caravana do dia.

Cada criança que nasce é uma prova de que Deus ainda não perdeu as esperanças em relação á humanidade.

Dá-me esse amor que conserva tranquilo o coração,na plenitude da paz!

O bosque seria muito triste se só cantassem os pássaros que cantam melhor.

Cada criança nos chega com uma mensagem de que Deus ainda não se esqueceu dos homens. (R. Tagore

Carrega de ouro as asas do pássaro e ele nunca mais voará pelo céu.” (R. Tagore).

O Céu e o Ninho És ao mesmo tempo o céu e o ninho. Meu belo amigo, aqui no ninho, o teu amor prende a alma com mil cores, cores e músicas. Chega a manhã, trazendo na mão a cesta de oiro, com a grinalda da formosura, para coroar a terra em silêncio! Chega a noite pelas veredas não andadas dos prados solitários, já abandonados pelos rebanhos! Traz, na sua bilha de oiro, a fresca bebida da paz, recolhida no mar ocidental do descanso. Mas onde o céu infinito se abre, para que a alma possa voar, reina a branca claridade imaculada. Ali não há dia nem noite, nem forma, nem cor, nem sequer nunca, nunca, uma palavra!

AMOR PACÍFICO E FECUNDO! Não quero amor que não saiba dominar-se, desse, como vinho espumante, que parte o copo e se entorna, perdido num instante. Dá-me esse amor freso e puro como a tua chuva, que abençoa a terra sequiosa, e enche as talhas do lar. Amor que penetre ate o centro da vida, e dali se estenda como seiva invisível, até os ramos da árvore da existência, e fça nascer as flores e os frutos. Dá-me esse amor que conserva tranquilo o coração, na plenitude da paz!

Há alegria no jogo eternamente variado dos seus matizes, na música das suas vozes, na dança dos seus movimentos. A morte não pode ser verdade enquanto não desaparecer a alegria do coração do ser humano.

Morrer pertence à vida, assim como nascer. Para andar, primeiro levantamos o pé e, depois, o baixamos ao chão (...) Algum dia saberemos que a morte não pode roubar nada do que nossa alma tiver conquistado, porque suas conquistas se identificam com a própria vida.