Livros de Jean Rostand

Sobre o Autor

Jean Rostand

Jean Rostand (30 de outubro de 1894 - 3 de setembro de 1977), biólogo, filósofo moralista e historiador francês.

Melhores Livros de Jean Rostand

Beijo é um segredo que se diz na boca.

Aguardar até saber o bastante para agir é condenar-se à imaturidade.

Para abrir um novo caminho,é preciso ser capaz de se perder.

O homem não é velho enquanto está buscando alguma coisa.

Um bom casamento seria aquele em que esqueceríamos, de dia que somos amantes e de noite que somos esposos.

Não se envelhece enquanto buscamos.

É raro que estejamos completamente inocentes dos nossos sofrimentos.

Aguardar até saber o bastante para agir com toda a luz é condenar-se à imaturidade.

Ser-se adulto é estar sozinho.

O homem abafa no homem.

O casamento simplifica a vida e complica o dia.

Um dos riscos de escrever máximas é que nos colocamos na condição de sermos citados.

A morfina foi inventada para que os médicos durmam tranquilos.

Nunca a verdade ajuda a sofrer menos.

Aqueles que falam das alegrias do amor, por certo, nunca amaram. Amar um ser é senti-lo necessário, portanto, sentirmo-nos nós próprios numa incessante precariedade.

Há na tolerância um grau que confina com a injúria.

Como é preciso gostar de alguém para preferi-lo à sua ausência!

As verdades consoladoras devem ser demonstradas duas vezes.

A arte deve ser mentira verdadeira e não falsa verdade.

É durante a noite que é belo acreditar na luz.

Mata-se um homem, é-se um assassino. Matam-se milhões de homens, é-se um conquistador. Mata-se a todos, é-se um Deus.

Ser adulto é estar sozinho.

A ciência fez de nós deuses antes mesmo de merecermos ser homens.

A ciência encontra mais depressa remédios que respostas.

Ao sair de certas bocas, a própria verdade pode ter mau cheiro.

Certas rudezas de estilo são garantias da integridade do pensamento. Existe só uma forma de dizer o que pensamos, e por que razão teria que ser agradável?

Em arte a beleza é muitas vezes o feio mitigado.

Um beijo é um segredo que se diz na boca e não no ouvido.

Ter um espírito aberto não é tê-lo escancarado a todas as tolices.

Reflectir é desarrumar os pensamentos.