Livros de Honoré de Balzac

Sobre o Autor

Honoré de Balzac

Honoré de Balzac (20 de maio de 1799 - 18 de agosto de 1850), foi um romancista francês.

Melhores Livros de Honoré de Balzac

É tão mais fácil destruir o que não se pode possuir, negar o que não se compreende, insultar o admirável.

É tão mais fácil negar o que não se compreende(...)

O amor é a poesia dos sentidos. Ou é sublime, ou não existe. Quando existe, existe para sempre e vai crescendo dia a dia.

Tudo era ele.

Em qualquer situação, as mulheres têm mais causas de sofrimento que o homem, e padecem mais que ele.

As lágrimas são tão contagiantes quanto o riso.

Esse homem é o soldado armado com a espada e eu sou o soldado armado com a pena... Mas eu triunfarei onde Napoleão foi derrotado, pois conquistarei o mundo.

O olhar de um homem acostumado a tirar de seus capitais um juro enorme adquire necessariamente, como o do libertino, o do jogador ou o do cortesão, certos hábitos indefiníveis, movimentos furtivos, ávidos, misteriosos, que não escapam aos correligionários. Essa linguagem constitui de certo modo a maçonaria das paixões.

Quem conheceu a mais exigente das paixões, aquela cuja duração é cada dia abreviada pela idade, pelo tempo, por uma doença mortal, por algumas das fatalidades humanas, compreenderá os tormentos de Eugênia.

(...) As moças com frequenciacriam imagens nobres, deslumbrantes,figuras totalmente ideais,e forjam idéias quiméricas acerca dos homens, dos sentimentos, do mundo; depois atribuem inocentemente a um caráter as perfeições que sonharam, e entregam-se a isso, amam no homem que escolheram essa criatura imaginária; porém, mais tarde, quando não há mais tempo de livrar-se do infortúnio, a enganadora aparência que embelezaram, seu primeiro ídolo, transforma-se enfim num esqueleto odioso. (...)

Que os anjos construam hospitais para as almas sofredoras. Enquanto não o fazem, construirei para elas um palácio de sonhos.

Oh! Gritarei a verdade mesmo no meu silêncio.

Mas o homem que enxerga dois séculos na frente de seu tempo morre na forca...

Aos 22 anos os jovens estão ainda muito próximos da infância e, consequentemente, deixam-se levar por infantilidades.

Seus sentimentos, magoados sem que elas o percebessem, mas vivazes, o segredo de sua existência, tornavam-na exceções curiosas naquela reunião de pessoas cuja a vida era puramente material.

Tamanha fortuna cobria com um manto de ouro todas as ações daquele homem.

Ali estão os dramas do silêncio.

Frequentemente chorava ao passear naquele jardim, agora demasiado estreito para ela, como o pátio, a casa, a cidade: lançava-se antecipadamente pela vasta extensão dos mares.

É tão natural destruir o que não se pode possuir, negar o que não se compreende, insultar o que se inveja.

Já deserdado de todo o afeto, não podia mostrar a minha estima a ninguém, e, contudo, a natureza me fizera sensível!

A maioria das pessoas de ação estão inclinadas ao fatalismo, a maioria dos pensadores acredita na providência.

A resignação é um suicído cotidiano.

A maior felicidade para o ser humano é de poder viver para aquilo pelo qual estaria pronto a morrer.

Uma noite de amor é um livro a menos lido.

Todas as faltas, e talvez, os crimes, têm, por princípio, um raciocínio errado ou algum excesso de egoísmo.

Em política, perseguir um homem não é apenas engrandecê-lo, mas também justificar-lhe o passado.

O amor é a poesia dos sentidos. Ou é sublime, ou não existe. Quando existe, existe para todo o sempre e aumenta cada vez mais.

O amor é um poema essencialmente pessoal.

A duração da paixão é proporcional à resistência original da mulher.

A resignação é um suicídio cotidiano.