Livros de Henrik Ibsen

Sobre o Autor

Henrik Ibsen

Henrik Johan Ibsen (20 de março de 1828 - 23 de maio de 1906) foi um famoso dramaturgo norueguês, um dos principais expoentes do teatro realista moderno.

Melhores Livros de Henrik Ibsen

Mas não se pode morrer do meio do quinto ato.

O homem é capaz de promover muitas ações, mas as maiores é o destino que as dirige pessoalmente.

Viver é lutar contra os demónios do coração e do cérebro. Escrever, é pronunciar sobre si o último julgamento.

Finge ignorar os teus inimigos; não caias na vulgaridade de defender-te.

Com o dinheiro podemos comprar muitas coisas, mas não o essencial para nós. Proporciona-nos comida, mas não apetite; remédios, mas não saúde; dias alegres, mas não a felicidade.

Tirai ao homem comum as ilusões da sua vida e roubais-lhe a felicidade.

A minoria pode ter razão, a maioria está sempre errada.

O verdadeiro espírito de revolta consiste justamente em exigir a felicidade aqui na vida.

A beleza é o acordo entre o conteúdo e a forma.

Pode-se ficar alegre consigo mesmo durante certo tempo, mas a longo prazo a alegria tem de ser compartilhada por duas pessoas..

Se duvidas de ti mesmo estás vencido de antemão.

O talento não é um direito, é uma obrigação.

Os amigos são perigosos não tanto pelo que nos levam a fazer, mas pelo que nos impedem de fazer.

A felicidade é antes de tudo, o sentimento tranquilo, contente e seguro da inocência.

O homem mais forte do mundo é o mais solitário.

Qual é o primeiro dever do homem? A resposta é breve: ser ele próprio.

Se você tira a mentira vital a um homem vulgar, tira-lhe ao mesmo tempo a felicidade.

A felicidade é uma estação intermédia entre a carência e o excesso.

A aptidão para a felicidade não é igual em todos os homens. Ela é mais forte nos medíocres, do que nos homens superiores ou imbecis.

Se deres tudo, menos a vida, fica certo de que não deste nada.

Nunca compreendi a solidariedade. Aceitei-a como artigo de fé tradicional. Se tivéssemos coragem de a afastar completamente, livrar-nos-íamos do peso que incomoda a nossa personalidade.

Muitos julgam cumprir o seu dever pronunciando aforismos abstractos para uso alheio em vez de pregar por meio do exemplo.

A maioria nunca está com a razão a seu lado.