Livros de Charles de Gaulle

Sobre o Autor

Charles de Gaulle

Charles André Joseph Marie de Gaulle (22 de Novembro 1890 - 9 de Novembro 1970), na França é conhecido como "général de Gaulle", foi um general, político e estadista francês.

Melhores Livros de Charles de Gaulle

Como um político nunca acredita no que diz, fica surpreso quando outros acreditam.

O vôo até a Lua não é tão longe. As distâncias maiores que devemos percorrer estão dentro de nós mesmos.

A ação põe o ardor no trabalho, mas é a palavra que a suscita.

A grandeza é um caminho para o desconhecido.

Qualquer Francês deseja beneficiar de um ou mais privilégios. É a sua maneira de afirmar a sua paixão pela igualdade.

Não fazer nada, é ser vencido.

Para os homens, ter um guia é tão fundamental como comer, beber e dormir.

A dificuldade atrai o homem de carácter, porque é abraçando-a que ele se realiza.

Face aos grandes perigos, só a grandeza nos pode salvar.

A ambição individual é uma paixão infantil..

Por detrás das vitórias de Alexandre, encontramos sempre Aristóteles.

Como nenhum político acredita no que diz, fica sempre surpreso ao ver que os outros acreditam nele.

É verdade que, por vezes, os militares, exagerando da impotência relativa da inteligência, descuram servir-se dela.

Despendo mais energia numa discussão com a minha mulher, do que em cinco conferências de imprensa.

O apetite do privilégio e o gosto da igualdade, eis as paixões dominantes e contraditórias dos Franceses em todas as épocas.

A glória só chega àqueles que com ela sonharam.

Nada faz realçar mais a autoridade do que o silêncio, esplendor dos fortes e refúgio dos fracos.

O talento é um título de responsabilidade.

A igreja é o único lugar onde alguém fala comigo e não tenho de responder.

Todas as doutrinas, todas as escolas, todas as revoltas, só têm um tempo.

A velhice é um naufrágio.

Como se há-de governar um país que tem 246 variedades de queijo?

A autoridade não se consegue sem prestígio, nem o prestígio sem distanciamento.

Os homens não são importantes. O que conta é quem os comanda.

O fim da esperança é o começo da morte.

Os homens, tão enfadonhos quando se trata das manobras da ambição, são atraentes ao agirem por uma grande causa..

Os homens só serão grandes, se estiverem realmente decididos a sê-lo.

O Brasil não é um país sério.