Sobre o Autor

Victor Hugo

Victor Hugo (26 de fevereiro de 1802 - 22 de maio de 1885) foi um escritor francês, autor de Les Miserábles (Os Miseráveis).

A força dos povos bárbaros reside na sua juventude.

Ninguém guarda melhor um segredo que uma criança.

Quando somos jovens, temos manhãs triunfantes.

O poeta deve ter um só modelo, a Natureza; um só guia, a verdade.

Tudo quanto é belo manifesta o verdadeiro.

O mal é como as mulas: teimoso e estéril.

A oração é a irmã trémula do amor.

Os tempos primitivos são líricos, os tempos antigos são épicos, os tempos modernos são dramáticos.

Os mortos são uns invisíveis, e não uns ausentes.

O amor é vida quando não é morte; é berço e também sepultura.

A música está em tudo. Do mundo sai um hino.

E cada homem é um livro onde o próprio Deus escreve.

Passamos metade da vida à espera daqueles que amamos e a outra metade a deixar os que amamos.

Todo o inferno está contido nesta única palavra: solidão.

O tempo não só cura, mas também reconcilia.

O destino é severo. Sejamos nós indulgentes. O que é preto talvez não seja escuro.

Nada há como começar para ver como é árduo concluir.

O trabalho é a melhor das regularidades e a pior das intermitências.

O espírito enriquece-se com o que recebe; o coração com o que dá.

A razão é a inteligência em exercício; a imaginação é a inteligência em erecção.

As ilusões sustentam a alma como as asas sustentam o pássaro.

Os infelizes são ingratos: isso faz parte da sua infelicidade.

Amigo, oculta a tua vida e espalha o teu espírito.

A carne é cinza, a alma é chama.

Em literatura, o meio mais seguro de ter razão é estar morto.

Raspai o juiz, encontrareis o carrasco.

É pela ironia que começa a liberdade.

Todo o grande artista amolda a arte à sua imagem.

A alma é um olho sem pálpebra.

No fundo, Deus quer que o homem desobedeça. Desobedecer é procurar.