Sobre o Autor

Paul Claudel

Paul Louis Charles Claudel (* 6 de agosto de 1868, em Villeneuve-sur-Fère, França - † 23 de febrero de 1955, em Paris, França) foi um diplomata e poeta francês.

Saía enfim do mundo odioso de Taine, de Renan e de outros Moloques do século XIX, dessa prisão, dessa horrível mecânica inteiramente governada por leis perfeitamente inflexíveis e, para cúmulo do horror, cognocíveis e ensináveis.

A juventude não foi feita para o prazer, mas para o desafio.

Ali onde cessa o canto começa o beijo.

A mulher é uma promessa que não pode ser mantida

O sinal de que não amamos alguém é que não lhe damos todo o melhor Que existe em nós.

Um pouco de luz vence muitas trevas.

A felicidade não é um luxo: está em nós como nós próprios.

Que todos os que se aproximarem de mim tenham vontade de cantar, esquecendo as amarguras da vida.

A ordem é o prazer da razão: mas a desordem é a delícia da imaginação.

Será que o objetivo da vida é viver?

O tempo, tudo o consome e apenas o amor o aproveita.

O poema não é feito dessas letras que eu espeto como pregos, mas do branco que fica no papel.

Os indivíduos só são heróis quando não podem agir de outra maneira.

Duas maneiras de envelhecer: o espírito que leva melhor à carne, ou a carne que leva a melhor ao espírito.

A música é a alma da geometria.

O dever está sempre acima de tudo.

Que receais de mim, visto que sou o impossível?

Os grandes escritores nunca foram feitos para se submeter à lei dos gramáticos, mas para imporem a sua.

É mais trabalhoso conduzir os homens pela persuasão que pela força.

A palavra é apenas um ruído, e os livros são apenas papel.

A mulher será sempre o perigo de todos os paraísos.