Millôr Fernandes (1923 - 2012) foi um desenhista, humorista, dramaturgo, escritor e tradutor brasileiro.

Millôr Fernandes (1923 - 2012) foi um desenhista, humorista, dramaturgo, escritor e tradutor brasileiro.

Frases e Pensamentos

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    "Quem mata o tempo não é um assassino: é um suicida."

        Millôr Fernandes

    "o pato, menina,
    é um animal
    com buzina"

        Millôr Fernandes

    "Achamos que os padres também devem casar. Não há nenhum motivo para que conservem o privilégio do celibato."

        Millôr Fernandes

    "Por mais violento que seja o argumento contrário, por mais bem formulado, eu tenho sempre uma resposta que fecha a boca de qualquer um: «Vocês têm toda a razão»."

        Millôr Fernandes

    "Há certas mulheres que acabam ficando bonitas de tanto a gente dizer que são."

        Millôr Fernandes

    "Se você agir sempre com dignidade, pode não melhorar o mundo, mas uma coisa é certa: haverá na Terra um canalha a menos."

        Millôr Fernandes

    "A gente só morre uma vez. Mas é para sempre."

        Millôr Fernandes

    "A única diferença entre a loucura e a saúde mental é que a primeira é muito mais comum."

        Millôr Fernandes

    "Ser diplomata é discordar sem ser discordante."

        Millôr Fernandes

    "Erudito é um sujeito que tem mais cultura do que cabe nele."

        Millôr Fernandes

    "As pessoas que falam muito acabam sempre contando coisas que ainda não aconteceram."

        Millôr Fernandes

    "Você está começando a ficar velho quando, depois de passar uma noite fora, tem que passar dois dias dentro."

        Millôr Fernandes

    "Se todos os homens recebessem exatamente o que merecem, ia sobrar muito dinheiro no mundo."

        Millôr Fernandes

    "Ser génio não é difícil. Difícil é encontrar quem reconheça isso."

        Millôr Fernandes

    "A saudade diminuiu ou fomos nós que envelhecemos?"

        Millôr Fernandes

    "Ser pobre não é crime, mas ajuda muito a chegar lá."

        Millôr Fernandes

    "A ocasião em que a inteligência do homem mais cresce, sua bondade alcança limites insuspeitados e seu carácter uma pureza inimaginável é nas primeiras 24 horas depois da sua morte."

        Millôr Fernandes

    "Chama-se celebridade um débil mental que foi à televisão."

        Millôr Fernandes

    "A pobreza não é, necessariamente, vergonhosa. Há muito pobre sem vergonha."

        Millôr Fernandes

    "O mal do mundo é que Deus envelheceu e o Diabo evoluiu."

        Millôr Fernandes

    "Quando um técnico vai tratar com imbecis, deve levar um imbecil como técnico."

        Millôr Fernandes

    "pássaro pousado
    no espantalho
    aposentado"

        Millôr Fernandes

    "Passado: É o futuro, usado."

        Millôr Fernandes

    "O preço da fidelidade é a eterna vigilância."

        Millôr Fernandes

    "É muito fácil viver com pouco desde que a pessoa não gaste muito para ocultar que tem pouco."

        Millôr Fernandes

    "Toda uma biblioteca de Direito apenas para melhorar quase nada os dez mandamentos."

        Millôr Fernandes

    "Paz na terra aos homens de boa vontade. Isto é, paz para muito poucos."

        Millôr Fernandes

    "tem cautela;
    ajuda o sol
    com uma vela"

        Millôr Fernandes

    "Todo o casamento sem amor resulta em amor sem casamento."

        Millôr Fernandes

    "Com muita sabedoria, estudando muito, pensando muito, procurando compreender tudo e todos, um homem consegue, depois de mais ou menos quarenta anos de vida, aprender a ficar calado."

        Millôr Fernandes

Biografia


Millôr Viola Fernandes (16 de agosto de 1923 - 27 de março de 2012) foi um cartunista, jornalista, cronista, dramaturgo, roteirista, tradutor e poeta brasileiro. Nasce no Rio de Janeiro, em 1923, filho do engenheiro Francisco Fernandes e de Maria Viola Fernandes.

Nasceu Milton Viola Fernandes, tendo sido registrado, graças a uma caligrafia duvidosa, como Millôr, o que veio a saber na adolescência. Órfão de pai aos dois anos e de mãe aos 11, desde muito cedo começa a trabalhar. Aos 15 anos entra para a revista O Cruzeiro como contínuo. Aos 16 anos, convidado para colaborar na revista A Cigarra, cria o pseudônimo Vão Gôgo. Em 1943 volta para a revista O Cruzeiro, que passa, ao longo dos anos, de 11 mil exemplares para 750 mil exemplares semanais. Em 1946, faz sua estréia literária com o livro Eva sem Costela - um livro em defesa do homem, e sete anos depois é montada sua primeira peça de teatro, Uma Mulher em Três Atos. Em 1964 edita a revista humorística O Pif-Paf, considerada uma das pioneiras da imprensa alternativa, e quatro anos depois participa da fundação do jornal O Pasquim.

Cartunista, vem colaborando nos principais órgãos da imprensa brasileira; cronista, tem mais de 40 títulos publicados; dramaturgo, alcançou sucessos como Liberdade, Liberdade (em parceria com Flávio Rangel), Computa, computador, computa e É..; artista gráfico, tem trabalhos expostos em várias galerias de arte do Rio de Janeiro e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ. Faz roteiros de filmes, programas de televisão, shows e musicais e é um dos mais solicitados tradutores de teatro do país. Irônico, polêmico, com seus textos (aforismos, epigramas, ironia, duplos sentidos e trocadilhos) e seus desenhos constrói a crônica dos costumes brasileiros dos últimos sessenta anos.

"Onde não puderes amar, não te demores..."

    Augusto Branco

"Eu não desisti...apenas não insisto mais."

    Cazuza

"As coisas muito claras me noturnam."

    Manoel de Barros

"Fácil é sonhar todas as noites. Difícil é lutar por um sonho."

    Carlos Drummond de Andrade

"Os mentirosos estão sempre prontos a jurar."

    Vittorio Alfieri

"O sexo é o alívio da tensão. O amor é a causa"

    Woody Allen

"Soltar os demônios pode ser muito educativo em certas ocasiões."

    Deepak Chopra

"Todo o homem é culpado do bem que não fez."

    Voltaire

"A maior felicidade é quando a pessoa sabe porque é que é infeliz."

    Fiódor Dostoiévski

"Vento

Pastor das nuvens."

    Mario Quintana