Millôr Fernandes (1923 - 2012) foi um desenhista, humorista, dramaturgo, escritor e tradutor brasileiro.

Millôr Fernandes (1923 - 2012) foi um desenhista, humorista, dramaturgo, escritor e tradutor brasileiro.

Frases e Pensamentos

239 frases no total. Página 3/8, de 61-90

    "Nunca faço planos pro futuro
    Mas ele faz cada um pra mim"

        Millôr Fernandes

    "Dizem que quando o Criador criou o homem, os animais todos em volta não caíram na gargalhada apenas por uma questão de respeito."

        Millôr Fernandes

    "A alma enruga antes da pele."

        Millôr Fernandes

    "Celebridade é um idiota qualquer que apareceu no Faustão."

        Millôr Fernandes

    "O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece.
    O coração tem imbecilidades que a estupidez desconhece."

        Millôr Fernandes

    "Desculpe a meninada, mas fomos nós, da nossa geração, que conquistamos a permissividade. Claro, vocês não têm a menor idéia de como isso era antes. O que se fez, depois de nós, foi apenas atingir a promiscuidade, o ninguém é de ninguém, o não privilegiamento de nenhuma pessoa como ser humano especial (amor). Mas, quando qualquer um vai pra cama com qualquer um, sem nenhum interesse anterior ou posterior (no sentido cronológico!), uma coisa é certa reconquistamos apenas a animalidade. Cachorro faz igualzinho. E não procura psicanalista."

        Millôr Fernandes

    "Poesia exploratória a você

    Quem alisa meus cabelos?
    Quem me tira o paletó?
    Quem, à noite, antes do sono,
    acarinha meu corpo cansado?
    Quem cuida da minha roupa?
    Quem me vê sempre nos sonhos?
    Quem pensa que sou o rei desta pobre criação?
    Quem nunca se aborrece de ouvir minha voz?
    Quem paga meu cinema, seja de dia ou de noite?
    Quem calça meus sapatos e acha meus pés tão lindos?
    Eu mesmo."

        Millôr Fernandes

    "Errar é humano. Botar a culpa nos outros também."

        Millôr Fernandes

    "Nos últimos e dramáticos acontecimentos, perdi uma magnífica oportunidade de ficar calado."

        Millôr Fernandes

    "Dizem que o Governo, depois de proibir ao cidadão comum usar armas, vai proibir ao Exército possuir armas de uso exclusivo dos traficantes."

        Millôr Fernandes

    "Eu sofro de mimfobia, eu tenho medo de mim mesmo e me enfrento todo dia."

        Millôr Fernandes

    "Gastronomia é comer olhando pro céu."

        Millôr Fernandes

    "O tempo não existe, só existe o passar do tempo."

        Millôr Fernandes

    "Se uma imagem vale mais do que mil palavras, então diga isto com uma imagem."

        Millôr Fernandes

    "Entre o riso e a lágrima há apenas o nariz."

        Millôr Fernandes

    "Quando começou a comprar almas, o diabo inventou a sociedade de consumo."

        Millôr Fernandes

    "Cada um tem o Cirque du Soleil que merece."

        Millôr Fernandes

    "A diferença fundamental entre Direita e Esquerda é que a Direita acredita cegamente em tudo que lhe ensinaram, e a Esquerda acredita cegamente em tudo que ensina. -"

        Millôr Fernandes

    "O que esse país realmente precisa é que alguém apague a luz no fim do túnel"

        Millôr Fernandes

    "A diferença entre a galinha e o político é que o político cacareja e não bota o ovo."

        Millôr Fernandes

    "O ser humano ainda não tinha aprendido a amar o próximo e já inha inventado a televisão que ensina a desprezar o distante."

        Millôr Fernandes

    "“Qualquer idiota consegue ser jovem. É preciso muito talento pra envelhecer.”"

        Millôr Fernandes

    "Se, de vez em quando, o leite azeda por aí, não tenho nada com isso; a vaca não é minha. Escolham melhor na próxima vez."

        Millôr Fernandes

    "- Sir Ney, ao deixar o governo, não deixou pedra sobre pedra, ou só deixou podre sobre podre? *"

        Millôr Fernandes

    "A natureza , ao fazer um ser humano competente; por acaso consulta alguma universidade?"

        Millôr Fernandes

    "Todo homem nasce original e morre plágio."

        Millôr Fernandes

    "Hoje em dia, a universidade é o local onde a ignorância é levada `as últimas consequências."

        Millôr Fernandes

    "Sexo CAUSA gente..."

        Millôr Fernandes

    "A Academia Brasileira de Letras se compõe de 39 membros e 1 morto rotativo..."

        Millôr Fernandes

    "Nunca soube por que tanta gente teme o futuro.
    Nunca vi o futuro matar ninguém,
    Nunca vi o futuro roubar ninguém,
    Nunca vi nada que tivesse acontecido no futuro.
    Terrível é o passado ou, pior, o presente!"

        Millôr Fernandes

Biografia


Millôr Viola Fernandes (16 de agosto de 1923 - 27 de março de 2012) foi um cartunista, jornalista, cronista, dramaturgo, roteirista, tradutor e poeta brasileiro. Nasce no Rio de Janeiro, em 1923, filho do engenheiro Francisco Fernandes e de Maria Viola Fernandes.

Nasceu Milton Viola Fernandes, tendo sido registrado, graças a uma caligrafia duvidosa, como Millôr, o que veio a saber na adolescência. Órfão de pai aos dois anos e de mãe aos 11, desde muito cedo começa a trabalhar. Aos 15 anos entra para a revista O Cruzeiro como contínuo. Aos 16 anos, convidado para colaborar na revista A Cigarra, cria o pseudônimo Vão Gôgo. Em 1943 volta para a revista O Cruzeiro, que passa, ao longo dos anos, de 11 mil exemplares para 750 mil exemplares semanais. Em 1946, faz sua estréia literária com o livro Eva sem Costela - um livro em defesa do homem, e sete anos depois é montada sua primeira peça de teatro, Uma Mulher em Três Atos. Em 1964 edita a revista humorística O Pif-Paf, considerada uma das pioneiras da imprensa alternativa, e quatro anos depois participa da fundação do jornal O Pasquim.

Cartunista, vem colaborando nos principais órgãos da imprensa brasileira; cronista, tem mais de 40 títulos publicados; dramaturgo, alcançou sucessos como Liberdade, Liberdade (em parceria com Flávio Rangel), Computa, computador, computa e É..; artista gráfico, tem trabalhos expostos em várias galerias de arte do Rio de Janeiro e no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ. Faz roteiros de filmes, programas de televisão, shows e musicais e é um dos mais solicitados tradutores de teatro do país. Irônico, polêmico, com seus textos (aforismos, epigramas, ironia, duplos sentidos e trocadilhos) e seus desenhos constrói a crônica dos costumes brasileiros dos últimos sessenta anos.

"Onde não puderes amar, não te demores..."

    Augusto Branco

"Eu não desisti...apenas não insisto mais."

    Cazuza

"As coisas muito claras me noturnam."

    Manoel de Barros

"Fácil é sonhar todas as noites. Difícil é lutar por um sonho."

    Carlos Drummond de Andrade

"Os mentirosos estão sempre prontos a jurar."

    Vittorio Alfieri

"O sexo é o alívio da tensão. O amor é a causa"

    Woody Allen

"Soltar os demônios pode ser muito educativo em certas ocasiões."

    Deepak Chopra

"Todo o homem é culpado do bem que não fez."

    Voltaire

"A maior felicidade é quando a pessoa sabe porque é que é infeliz."

    Fiódor Dostoiévski

"Vento

Pastor das nuvens."

    Mario Quintana