Frases e Pensamentos

5 frases no total. Página 1/1, de 1-5

    "O aborto não é, como dizem, simplesmente um assassinato. É um roubo... Nem pode haver roubo maior. Porque, ao malogrado nascituro, rouba-se-lhe este mundo, o céu, as estrelas, o universo, tudo. O aborto é o roubo infinito"

        Máro Quintana

    "Fechei os olhos para não te ver
    e a minha boca para não dizer...
    E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
    e da minha boca fechada nasceram sussurros
    e palavras mudas que te dediquei...

    O amor é quando a gente mora um no outro."

        Máro Quintana

    "Amar: Fechei os olhos para não te ver
    e a minha boca para não dizer...
    E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
    e da minha boca fechada nasceram sussurros
    e palavras mudas que te dediquei...

    O amor é quando a gente mora um no outro."

        Máro Quintana

    "A Coisa
    A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita."

        Máro Quintana

    "Tempo
    Coisa que acaba de deixar a querida leitora um pouco mais velha ao chegar ao fim desta linha."

        Máro Quintana

Biografia


Mário de Miranda Quintana – Nasceu em Alegrete no Rio Grande do Sul em 30 de Julho de 1905. Importante poeta, jornalista e tradutor brasileiro. Estudou no colégio militar em Porto Alegre, onde publicou as seus primeiros trabalhos.

Trabalhou na farmácia da família e na Editora Globo, mas a maior parte de sua vida foi mesmo jornalista. Traduziu muitas obras de autores importantes como Virginia Woolf e Marcel Proust. Lançou seu primeiro livro em 1940, iniciando assim sua carreira como poeta.

Viveu gande parte da sua vida em hoteis, e nunca se casou. Tentou três vezes uma vaga na Academia Brasileira de Letras, não conseguindo votos suficientes, mas não atendeu aos pedidos para tentar uma quarta vez, alegando que isso não iria acrescentar mais nada em sua carreira.

O poeta afirmou que seu nome foi registrado sem acento e assim o utilizou até sua morte em 5 de maio de 1994.

Obras:
Poesias:
A Rua dos Cataventos - Porto Alegre, Editora do Globo, 1940
Canções - Porto Alegre, Editora do Globo, 1946
Sapato Florido - Porto Alegre, Editora do Globo, 1948
O Aprendiz de Feiticeiro - Porto Alegre, Editora Fronteira, 1950
Espelho Mágico - Porto Alegre, Editora do Globo, 1951
Inéditos e Esparsos - Alegrete, Cadernos do Extremo Sul, 1953
Poesias - Porto Alegre, Editora do Globo, 1962
Caderno H - Porto Alegre, Editora do Globo, 1973
Apontamentos de História Sobrenatural - Porto Alegre, Editora do Globo / Instituto Estadual do Livro, 1976
Quintanares- Porto Alegre, Editora do Globo, 1976
A Vaca e o Hipogrifo - Porto Alegre, Garatuja, 1977
Esconderijos do Tempo - Porto Alegre, L&PM, 1980
Baú de Espantos - Porto Alegre - Editora do Globo, 1986
Preparativos de Viagem - Rio de Janeiro - Editora Globo, 1987
Da Preguiça como Método de Trabalho - Rio de Janeiro, Editora Globo, 1987
Porta Giratória - São Paulo, Editora Globo, 1988
A Cor do Invisível - São Paulo, Editora Globo, 1989
Velório Sem Defunto - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1990
Água - Porto Alegre, Artes e Ofícios, 2001

"As coisas muito claras me noturnam."

    Manoel de Barros

"Onde não puderes amar, não te demores..."

    Augusto Branco

"Eu não desisti...apenas não insisto mais."

    Cazuza

"Fácil é sonhar todas as noites. Difícil é lutar por um sonho."

    Carlos Drummond de Andrade

"Todo o homem é culpado do bem que não fez."

    Voltaire

"Soltar os demônios pode ser muito educativo em certas ocasiões."

    Deepak Chopra

"Os mentirosos estão sempre prontos a jurar."

    Vittorio Alfieri

"O sexo é o alívio da tensão. O amor é a causa"

    Woody Allen

"Vento

Pastor das nuvens."

    Mario Quintana

"A maior felicidade é quando a pessoa sabe porque é que é infeliz."

    Fiódor Dostoiévski