Livros de Marcel Jouhandeau

A vida, por fim, não passa de um hábito que se tem de perder, depois de todos os outros.

Sobre o Autor

Marcel Jouhandeau

Marcel Jouhandeau (26 de julho de 1888, em Guéret, França - 7 de abril de 1979, em Rueil-Malmaison, França) foi um escritor francês.

Melhores Livros de Marcel Jouhandeau

Mais frases de Marcel Jouhandeau

O instante só tem um lugar estreito entre a esperança e o desgosto, e esse é o lugar da vida.

Para suportar a sua própria história, cada um acrescenta-lhe um pouco de lenda.

Conhecer bem uma pessoa é tê-la amado e odiado.

O verdadeiro brasão de cada um é a sua cara.

A sinceridade absoluta apenas pode conduzir à imobilidade ou à loucura.

O coração tem as suas prisões que a inteligência não abre.

Saber amar não é amar. Amar não é saber.

A santidade talvez não seja mais do que o cúmulo da delicadeza.

A modéstia é uma espécie de pudor do orgulho.

O mal é aquilo que não perdoamos a nós próprios.

A vida, por fim, não passa de um hábito que se tem de perder, depois de todos os outros.

Amar e odiar não são mais do que sentir com paixão o ser de um ser.

É-se sempre mais religioso do que aquilo que se pensa.

Não há coragem triste.

E virá um dia em que nos falta uma única coisa e não é o objecto do nosso desejo, mas o desejo.

Cada alma é por si só uma sociedade secreta.

Como não existe nada mais precioso que o tempo, também não existe maior generosidade qu o perdermos ajudando aos outros

A velhice não se me afigura, de modo algum, (...) o melancólico vestíbulo da morte, mas antes como as verdadeiras férias grandes, depois do esgotamento dos sentidos, do coração e do espírito que foi a vida.