Jô Soares (José Eugênio Soares) nasceu em 1938, no Rio de Janeiro. Comediante, humorista e dramaturgo.

Jô Soares (José Eugênio Soares) nasceu em 1938, no Rio de Janeiro. Comediante, humorista e dramaturgo.

Frases e Pensamentos

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    "Amor, afeto e entusiasmo podem sempre ser oferecidos sem medida ou dosagem, quanto maior a oferta, mais positiva a atmosfera. Mas o elogio deve ter a medida do sucesso, seu sorriso é reforçador, é expressão máxima de satisfação, na educação, utilizá-lo é recurso que pode gerar segurança para a criança adquirir novas habilidades."

        Jô Soares

    "Por aí se pode ter uma medida da importância do professor, da delicadeza que é ensinar uma pessoa."

        Jô Soares

    "Hipótese é uma coisa que não é, mas a gente faz de conta que é, para ver como seria se ela fosse."

        Jô Soares

    "As pessoas estão tão acostumadas a ouvir mentiras, que sinceridade demais choca e faz com que você pareça arrogante."

        Jô Soares

    "Diz-me com quem tu andas, que se não for eu, eu não vou."

        Jô Soares

    "Mulheres são as melhores drogas para se viciar."

        Jô Soares

    "Aprendi que não devo me importar com comentários que não vão mudar minha vida."

        Jô Soares

    "O material mais barato do mercado é o professor"

        Jô Soares

    "O ser humano aprende a falar com cerca de 3 anos, a ouvir, nunca."

        Jô Soares

    "A vida é como um quebra-cabeça. O importante não é ter todas as peças, é coloca-las no lugar certo."

        Jô Soares

    "O maior erro dos espertos e achar que podem fazer todos de otários."

        Jô Soares

    "O homem perfeito é lindo
    Tem um pouco de mistério
    É belo quando está rindo
    E belo quando está sério

    O homem perfeito é bom
    Tem um jeito carinhoso
    Quando fala em meigo tom
    Causa arrepio gostoso

    O homem perfeito é fino
    É solicito, é fiel
    Tem a graça de um menino
    E é mais doce que o mel

    O homem perfeito adora dar flores
    Botões de rosa
    A uma velha senhora
    Ou uma jovem formosa

    O homem perfeito tem a energia
    Não se cansa, lava a louça
    Cozinha, gosta muito de criança

    O homem perfeito é sensível
    A grande arte, gosta de dança e balé
    Nunca há de magoar-te

    Pra encerrar a preceito
    Esses versos que alinhei
    Se existe um homem perfeito
    Ele só pode ser gay."

        Jô Soares

    "Se for para mudar, mude pela única pessoa que vale a pena: Você."

        Jô Soares

    "A M O R = (A) Amizade (M) Maturidade (O) Organização (R) Respeito."

        Jô Soares

    "A corrupção não é uma invenção brasileira, mas a impunidade é uma coisa muito nossa. "

        Jô Soares

    "...não existe esse negócio de terceira idade, só existe duas opções: Vivo ou morto!..."

        Jô Soares

    "Em uma coisa os bêbados e os geógrafos têm razão:
    a Terra gira."

        Jô Soares

    "Felicidade: é ter o que fazer."

        Jô Soares

    "O material escolar mais barato que existe na praça é o professor."

        Jô Soares

    "O pára-quedas é o único meio de transporte que ao enguiçar, chega-se mais rápido."

        Jô Soares

    "Se o Comunismo acabar, quem é que vai levar a culpa?"

        Jô Soares

    "O filme sempre começa na hora certa, principalmente quando você chega atrasado."

        Jô Soares

    "O ar quando não é poluído, é condicionado."

        Jô Soares

    "Nunca xingues numa língua que não conheces, pois o insulto pode ser contra ti."

        Jô Soares

    "Nunca faça graça de graça. Você é humorista, não político."

        Jô Soares

    "No Brasil, quando o feriado é religioso, até ateu comemora."

        Jô Soares

    "Não há amizade, que por mais profunda que seja, que resista a uma série de canalhices."

        Jô Soares

    "Junta médica é uma reunião que os médicos fazem nos últimos momentos de nossa vida para dividir a culpa."

        Jô Soares

    "Gordo, quando está fazendo dieta, sempre faz a barba antes de se pesar."

        Jô Soares

    "Faça piada velha para público novo e piada nova para público velho."

        Jô Soares

Biografia


José Eugênio Soares nasceu em 16 de janeiro de 1938. Até à adolescência viveu nos Estados Unidos e na Europa. Voltou ao Brasil quando o seu pai perdu todo o dinheiro na Bolsa de Valores. Com a idade de 18 anos, José ingressou no Instituto Rio Branco, para seguir carreira diplomática. Sempre divertido, de humor rápido e inteligente, o jovem gostava de entreter seus colegas com casos e piadas.

A estréia de Jô Soares na vida artística aconteceu no filme "O Homem do Sputnik", chanchada de Carlos Manga. Na televisão, a convite de Adolfo Celi, começou escrevendo textos de teleteatro e eventualmente atuando no programa "TV Mistério", da TV Rio. Tornou-se roteirista do programa Câmera Um, da TV Tupi. Em 1959, entrevistava e fazia graça nos programas Jô, o Repórter e Entrevistas Absurdas, veiculados pela TV Continental, no Rio. Participou de O Riso é o Limite, na TV Rio e, em 59, estreava no teatro como o bispo de "Auto da Compadecida". Em 1960, seguiu para São Paulo, onde fez brilhante carreira como redator de TV (Show a dois, Três é demais) e ator e humorista (Cine Jô", La Revue Chic, Rifi-7, 7 Belo Show, Jô Show, Praça da Alegria, Quadra de Ases). Destaque para a atuação de Jô Soares como entrevistador internacional do Programa Silveira Sampaio, em 1963 e 1964. A fama nacional como comediante veio em 1967, quando estreou como o mordomo Gordon da Família Trapo, programa que também ajudava a escrever. Na TV Globo, firmou seu sucesso nos humorísticos "Faça o humor, não faça a guerra" (1970), Satiricon (1973), "O planeta dos homens" (1976) e "Viva o Gordo" (1981).

Os personagens marcantes foram muitos: Bô Francineide, Gardelon, irmão Carmelo, Norminha, Capitão Gay etc. Os bordões que caíram na boca do povo, inúmeros: "tem pai que é cego", "cala a boca, Batista", "muy amigo", "a ignorância da juventude é um espanto", "vai pra casa, Padilha". Em 1973, Jô estreou seu sonhado programa de entrevistas na nova casa, o Globo Gente. Problemas com a censura o retiraram do ar. Nos anos 80, já em época da abertura política, a emissora não apoiou o projeto para um programa de entrevistas com ele. Sílvio Santos aproveitou e atraiu Jô para o SBT com um salário recorde na TV brasileira (perto de 2 milhões de cruzeiros), com direito a programa de humor (Veja o Gordo) e um talk-show (Jô - Onze e Meia), que finalmente estrearia em 16 de agosto de 1988. Pouco tempo depois, Jô encerrou a carreira de humorista, passando a se dedicar à imprensa, à música, ao teatro e à literatura. Em 3 de abril de 2000, ele voltaria para a Globo, no Pragrama do Jô, e entrevistaria aquele que não dava entrevistas, o dono e fundador da emissora, Dr.Roberto Marinho. Os livros Xangô de Baker Street (1995) e O Homem que matou Getúlio (1998) marcaram sua nova fase como escritor.

A carreira de Jô Soares foi destaque em vários jornais, incluindo o jornal americano "The New York Times". Com o título de "O showman do renascimento brasileiro não pode ser contido num "talk show'", Larry Rohter discorre sobre a carreira do multitarefas Jô, lembrando seu sucesso na TV como comediante, durante a ditadura militar, e os "talk shows" que fez depois, nos moldes americanos.

"Onde não puderes amar, não te demores..."

    Augusto Branco

"As coisas muito claras me noturnam."

    Manoel de Barros

"Eu não desisti...apenas não insisto mais."

    Cazuza

"Fácil é sonhar todas as noites. Difícil é lutar por um sonho."

    Carlos Drummond de Andrade

"Os mentirosos estão sempre prontos a jurar."

    Vittorio Alfieri

"Soltar os demônios pode ser muito educativo em certas ocasiões."

    Deepak Chopra

"Todo o homem é culpado do bem que não fez."

    Voltaire

"O sexo é o alívio da tensão. O amor é a causa"

    Woody Allen

"A maior felicidade é quando a pessoa sabe porque é que é infeliz."

    Fiódor Dostoiévski

"Vento

Pastor das nuvens."

    Mario Quintana