Jean de la Bruyere foi um célebre ensaísta e moralista francês. Sua obra "Os caracteres" é considerada um fiel retrato moral.

Jean de la Bruyere foi um célebre ensaísta e moralista francês. Sua obra "Os caracteres" é considerada um fiel retrato moral.

Frases e Pensamentos

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    "A maioria das mulheres quase não têm princípios: conduzem-se pelo coração e, quanto aos seus costumes, dependem daqueles a quem amam."

        Jean de la Bruyere

    "É por fraqueza que odiamos um inimigo e pensamos em nos vingar; é por preguiça que nos acalmamos, desistindo da vingança."

        Jean de la Bruyere

    "O homem que vive na indiferença, é aquele que ainda não viu a mulher que deve amar."

        Jean de la Bruyere

    "Há apenas duas formas de subir na vida: pelo nosso engenho ou pela estupidez dos outros."

        Jean de la Bruyere

    "Uma coisa essencial à justiça que se deve aos outros é fazê-la, prontamente e sem adiamentos; demorá-la é injustiça."

        Jean de la Bruyere

    "Um devoto é aquele que, sob um rei ateu, seria ateu."

        Jean de la Bruyere

    "Os filhos seriam, talvez, mais caros a seus pais e, reciprocamente, os pais aos filhos, sem o título de herdeiros."

        Jean de la Bruyere

    "Até mesmo os homens honestos precisam de patifes à sua volta. Existem coisas que não se podem pedir às pessoas honestas para fazerem."

        Jean de la Bruyere

    "É preciso rirmos antes de sermos felizes, sob pena de morrermos antes de ter rido."

        Jean de la Bruyere

    "Há encontros na vida em que a verdade e a simplicidade são o melhor artifício do mundo."

        Jean de la Bruyere

    "É mais vulgar ver um amor absoluto do que uma amizade perfeita."

        Jean de la Bruyere

    "Aqueles que gastam mal o seu tempo são os primeiros a queixar-se da sua brevidade."

        Jean de la Bruyere

    "Não há no mundo exagero mais belo que a gratidão."

        Jean de la Bruyere

    "Todo o nosso mal provém de não podermos estar sozinhos: daí o jogo, o luxo, a dissipação, o vinho, as mulheres, a ignorância, a desconfiança, o esquecimento de nós mesmos e de Deus."

        Jean de la Bruyere

    "Quase ninguém se apercebe, por si próprio, do mérito de outra pessoa."

        Jean de la Bruyere

    "Desejamos fazer toda a felicidade, ou, não sendo isso possível, toda a infelicidade daqueles a quem amamos."

        Jean de la Bruyere

    "Não se deve julgar o mérito de um homem pelas suas grandes qualidades, mas pelo uso que sabe fazer delas."

        Jean de la Bruyere

    "O avarento gasta mais no dia da sua morte do que gastou em dez anos de vida, e o seu herdeiro mais em dez meses do que ele na vida inteira."

        Jean de la Bruyere

    "Não existe vício que não tenha uma falsa semelhança com uma virtude e que disso não tire proveito."

        Jean de la Bruyere

    "Existem pais estranhos, dos quais a vida inteira não parece ocupada senão em preparar razões para os filhos se consolarem pela morte deles."

        Jean de la Bruyere

    "A falsa modéstia é o último requinte da vaidade."

        Jean de la Bruyere

Biografia


Jean de La Bruyère nasceu em Paris, em 1645. Formou-se em Direito na Universidade de Poitiers, dedicando-se por pouco tempo à advocacia.

Passou a ocupar o cargo de tesoureiro geral de França no Tribunal das finanças da Generalidade de Caen, mas revendeu o cargo, sendo nomeado preceptor do príncipe Louis de Condé.

La Bruyère sempre contestou os costumes dos homens de sua época e, por isso, passou a estudar e observar o comportamento de seus contemporâneos, a fim de propor uma reforma nos costumes que tanto o incomodavam.

O resultado de suas observações e estudos veio em forma de livro, “Os caracteres” é considerado o fiel retrato moral de todos os tempos. “Diálogos sobre o Quietismo”, sua segunda obra, ficou inacabada.

La Bruyère não criou um novo sistema moral, mas o retratou com fidelidade, além de satirizá-lo. Seus escritos lhe renderam prestígio entre os escritores franceses, sendo eleito como membro da Academia Francesa de Letras.

O escritor morreu em 1696, em Versalhes.

"As coisas muito claras me noturnam."

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"Onde não puderes amar, não te demores..."

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