Livros de Henri Bergson

Sobre o Autor

Henri Bergson

Henri-Louis Bergson (Paris, 1859 - 1941), um dos mais famosos e influentes filósofos franceses do início do século XX. Prêmio Nobel da Literatura em 1927.

Melhores Livros de Henri Bergson

Contrariamente à crença geral, a verdade não se impõe por si mesma. O erro que entra no domínio público permanece nele para sempre. As opiniões transmitem-se, hereditariamente, como as terras. Constrói-se nelas. As construções acabam por formar uma cidade - e ditar a história.

O olho vê somente o que a mente está preparada para compreender.

Um ser inteligente traz consigo os meios necessários para superar-se a si mesmo.

Se consciência significa memória e antecipação, é porque consciência é sinônimo de escolha.

A idéia do futuro, prenhe de uma infinidade de possíveis, é pois mais fecunda do que o próprio futuro, e é por isso que há mais encanto na esperança do que na posse, no sonho do que na realidade.

Pensar consiste, ordinariamente, em ir dos conceitos às coisas, e não das coisas aos conceitos. (em Introdução à Metafísica)

Fracassamos em traduzir por inteiro o que nossa alma sente: o pensamento não tem medida comum com a linguagem.

A coesão social deve-se, em grande parte, à necessidade de uma sociedade se defender de outras.

O riso é a mecânica aplicada no ser vivo.

Há coisas que só a inteligência é capaz de procurar, mas que por si mesma nunca achará. E essas coisas só o instinto as acharia, mas nunca as procura.

A qualidade é a quantidade de amanhã.

A contemplação é um luxo, a ação uma necessidade.

Sonhar é desinteressar-se.

A vida é um caminho de sombras e luzes. O importante é que se saiba vitalizar as sombras e aproveitar a luz.

O nosso espírito tem uma irresistível tendência para considerar como mais clara a ideia que mais frequentemente lhe serve.

Falhamos ao traduzir exactamente o que se sente na nossa alma: o pensamento continua a não poder medir-se com a linguagem.

Os costumes são uma das fontes da moral.

Nada é menos do que o momento presente, se entendermos por isso o indizível instante que separa o passado do futuro.

Pense como um homem de ação, atue como um homem de pensamento.