Livros de Friedrich Nietzsche

Sobre o Autor

Friedrich Nietzsche

Filósofo alemão do século XIX, nascido em Röcken, Alemanha.

Melhores Livros de Friedrich Nietzsche

As mulheres podem tornar-se facilmente amigas de um homem; mas, para manter essa amizade, torna-se indispensável o concurso de uma pequena antipatia física.

Aquele que sabe mandar encontra sempre quem deva obedecer.

A mulher aprende a odiar na medida em que desaprende - de encantar.

Querer a verdade é confessar-se incapaz de a criar.

Na minha vida ainda preciso de discípulos, e se os meus livros não serviram de anzol, falharam a sua intenção. O melhor e essencial só se pode comunicar de homem para homem.

Em última análise, amam-se os nossos desejos, e não o objecto desses desejos.

Não se odeia quando pouco se preza, odeia-se só o que está à nossa altura ou é superior a nós.

Se temos que mudar de opinião a respeito de alguém levamos-lhe muito a mal o incómodo que assim nos causa.

Muitos são os obstinados que se empenham no caminho que escolheram, poucos os que se empenham no objetivo.

Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.

É só dos sentidos que procede toda a autenticidade, toda a boa consciência, toda a evidência da verdade.

Sou demasiado orgulhoso para acreditar que um homem me ame: seria supor que ele sabe quem sou eu. Também não acredito que possa amar alguém: pressuporia que eu achasse um homem da minha condição.

Um povo é o rodeio da natureza para chegar a seis ou sete grandes homens. - Sim: e para depois se desviar deles.

Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos.

O aforismo, a sentença, nos quais pela primeira vez sou mestre entre os alemães, são formas de «eternidade»: a minha ambição é dizer em dez frases o que outro qualquer diz num livro -, o que outro qualquer «não» diz nem num livro inteiro....

Não há outro critério da verdade senão o crescimento do sentimento de poder.

Não basta ter-se talento: é preciso ter-se o vosso assentimento para o possuir, - não é verdade, meus amigos?

O amor é o estado no qual os homens têm mais probabilidades de ver as coisas tal como elas não são.

Observou-se mal a vida se não se tiver visto também a mão que, de uma maneira especialmente cuidadosa - mata.

Saber é compreendermos as coisas que mais nos convém.

É difícil viver com as pessoas porque calar é muito difícil.

É necessário ter o caos cá dentro para gerar uma estrela.

O medo é o pai da moralidade.

O criminoso não está, muitas vezes, á altura do seu ato: amesquinha-o e difama-o.

O castigo foi feito para melhorar aquele que o aplica.

Não é a força mas a constância dos bons resultados que conduz os homens à felicidade.

Se um homem tiver realmente muita fé, pode dar-se ao luxo de ser cético.

Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.

A nossa vaidade gostaria que o que fazemos melhor fosse considerado como aquilo que mais nos custa. Para explicar a origem de certas morais.

O amor revela as qualidades sublimes e ocultas do que ama, - o que nele há de raro, de excepcional: nesse aspecto facilmente engana quanto ao que nele há de habitual.