"- Tu és como as estrelas, posso amá-las mas não posso tocá-las nem tê-las. @BernardiCitou - Pisa que ele gruda, gruda que ele pisa. Entenderam? - Foi muito lindo te ver pela primeira vez e pensar, sem palavras: eu quero. - E eu quis fazer de mim algo tão claro quanto um rio sem profundidade. - Eu te preciso. Perto, longe, tanto faz. - Pensamentos, como cabelos, também acordam despenteados. - Tenho aprendido coisas com ele. Nada muito sensacional, coisas simples, pequenas alegrias. - Aprende. Aprende que dói menos. - Nunca antes uma coisa nem ninguém me doeu tanto como eu mesmo me dôo agora. - Estou sem tempo para odiar quem me odeia. Estou ocupadíssimo amando quem me ama. - E me dá uma saudade irracional de você. Assim, do nada. - É engraçado e ridículo quando a gente começa a gostar de alguém e acha que tudo o que o outro faz é um sinal ou uma pista. - Nada é eterno. O café esfria, o cigarro apaga, o tempo passa, as pessoas mudam. - E se é verdade que o tempo não volta, também deveria ser verdade que os amigos não se perdem. - Pô, acorda menina. Dá a volta por cima. Seja forte. Seja você. - Cuide, cultive, queira o bem… o resto vem! - Querido coração, apaixone-se quando estiver pronto, não quando estiver solitário. - Relaxa, respira… se irritar é bom pra quem?"

Caio Fernando de Abreu


Caio Fernando Loureiro de Abreu (1948 - 1996) foi um jornalista e escritor brasileiro.

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