Caio Fernando Loureiro de Abreu (1948 - 1996) foi um jornalista e escritor brasileiro.

Caio Fernando Loureiro de Abreu (1948 - 1996) foi um jornalista e escritor brasileiro.

Frases e Pensamentos

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    "A gente viveu, cresceu, aprendeu. Sofreu e riu. Mas saiu mais vivo."

        Caio Fernando de Abreu

    "É impossivel aprisionar os que tem asas."

        Caio Fernando de Abreu

    "Ás vezes, percebemo-nos atados em nós que são mais psicológicos que físicos. Solte-se para ser feliz! Pois pode ser que estás preso ao nada, e inda assim fantasiosamente acreditas."

        Caio Fernando de Abreu

    "Quero estar perto de pessoas que sabem colocar palavras maduras nas minhas frases verdes."

        Caio Fernando de Abreu

    "-Plâncton, ele disse, é um bicho que bilha quando faz amor.
    E brilhamos."

        Caio Fernando de Abreu

    "Quando você perde alguém que você ama, e esse amor - essa pessoa - continua vivo, há então uma morte anormal. O nunca mais de não ter quem se ama torna-se tão irremediável quanto não ter nunca mais quem morreu. E dói mais fundo- porque se poderia ter, já que está vivo."

        Caio Fernando de Abreu

    "Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei. Caio Fernando Abreu"

        Caio Fernando de Abreu

    "• Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas… Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo.

    • Andei pensando coisas sobre amor, essa palavra sagrada. O que mais me deteve, do que pensei, era assim: a perda do amor é igual à perda da morte. Só que dói mais. Quando morre alguém que você ama, você se dói inteiro mas a morte é inevitável, portanto normal. Quando você perde alguém que você ama, e esse amor - essa pessoa - continua vivo, há então uma morte anormal. O NUNCA MAIS de não ter quem se ama torna-se tão irremediável quanto não ter NUNCA MAIS quem morreu. E dói mais fundo- porque se poderia ter, já que está vivo.

    • Eu te amo. Mesmo negando. Mesmo deixando você ir. Mesmo não te pedindo pra ficar. Mesmo não olhando mais nos teus olhos. Mesmo não ouvindo a tua voz. Mesmo não fazendo mais parte dos teus dias. Mesmo estando longe, eu te amo. E amo mesmo. Mesmo não sabendo amar.

    • O pior é que depois de todas as encenações, todos os choros, os apelos calados, os desejos feitos na tentativa de obter algum êxito… você cansa. Acostuma-se. Ele vai e resolve aparecer, assim do nada, com palavras que ele sabe que de algum modo mexe com os meus sentimentos.

    • Fiquei. Você sabe que eu fiquei. E que ficaria até o fim, até o fundo. Que aceitei a queda, que aceitei a morte. Que nessa aceitação, caí. Que nessa queda, morri. Tenho me carregado tão perdido e pesado pelos dias afora. E ninguém vê que estou morto.

    • Não ofereço perigo algum: sou quieta como folha de outono esquecida entre as páginas de um livro, sou definida e clara como o jarro com a bacia de ágata no canto do quarto - se tomada com cuidado, verto água limpa sobre as mãos para que se possa refrescar o rosto mas, se tocada por dedos bruscos, num segundo me estilhaço em cacos, me esfarelo em poeira dourada.

    • Não se concentre tanto nas minhas variações de humor, apenas insista em mim. Se eu calar, me encha de palavras, me faça querer dizer outra e outra vez sobre você, sobre nós, e todo esse amor. Se eu chorar, não me faça muitas perguntas, não precisa nem secar minhas lágrimas. Só me diz que você continuará comigo pra tudo, que tenho teu colo e teu carinho. E ainda que te doa me ver assim, me envolva nos teus braços e diga que eu posso chorar, mas que você não sairá dali enquanto eu não sorrir. Porque é isso que nos importa, não é? O sorriso um do outro. Não é?

    • Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. "

        Caio Fernando de Abreu

    "• De onde vem essa iluminação que chamam de amor, e logo depois se contorce, se enleia, se turva toda e ofusca e apaga e acende feito um fio de contato defeituoso, sem nunca voltar àquela primeira iluminação?

    • E se eu mudasse meu destino num passe de mágica? (...) Estranho, mas é sempre como se houvesse por trás do livre-arbítrio um roteiro fixo, pré-determinado, que não pode ser violado.

    • Tento me concentrar numa daquelas sensações antigas como alegria ou fé ou esperança.Mas só fico aqui parado, sem sentir nada, sem pedir nada, sem querer nada.

    • Tenho uma coisa apertada aqui no meu peito, um sufoco, uma sede, um peso, não me venha com essas história de atraiçoamos-todos-os-nossos-ideais, nunca tive porra de ideal nenhum, só queria era salvar a minha, ,veja só que coisa mais individualista elitista, capitalista, só queria ser feliz, cara.

    • Parece incrível ainda estar vivo quando já não se acredita em mais nada. Olhar, quando já não se acredita no que se vê. E não sentir dor nem medo porque atingiram seu limite. E não ter nada além deste amplo vazio que poderei preencher como quiser ou deixá-lo assim, sozinho em si mesmo, completo, total. Até a próxima morte, que qualquer nascimento pressagia.

    • Todos os dias o ciclo se repete, às vezes com mais rapidez, outras mais lentamente. E eu me pergunto se viver não será essa espécie de ciranda de sentimentos que se sucedem e se sucedem e deixam sempre sede no fim.

    • Mas se eu tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais -por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia –qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido.

    • Me explica, que às vezes tenho medo. Deixo de ter, como agora, quando o vento cessa e o sol volta a bater nos verdes. Mesmo sem compreender, quero continuar aqui onde está constantemente amanhecendo.

    • Me ajuda que hoje eu tenho certeza absoluta que já fui Pessoa ou VirginiaWoolf em outras vidas, e filósofo em tupi-guarani, enganado pelos búzios, pelascartas, pelos astros, pelas fadas. Me puxa para fora deste túnel, me mostra ocaminho para baixo da quaresmeira em flor que eu quero encontrar em seu troncoo lótus de mil pétalas do topo da minha cabeça tonta para sair de mim e respiraraliviado e por um instante não ser mais eu, que hoje não me suporto nem meperdôo de ser como sou sem solução.

    • A vida é agora, aprende. Ainda outra vez tocarão teus seios, lamberão teus pêlos, provarão teus gostos. E outra mais, outra vez ainda. Até esqueceres faces, nomes, cheiros. Serão tantos. O pó se acumula todos os dias sobre as emoções.

    • Porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como sempre ou nunca. Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicidio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituimos expressões fatais como não resistirei por outras mais mansas, como sei que vai passar. Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência.

    • Olha, eu estou te escrevendo só pra dizer que se você tivesse telefonado hoje eu ia dizer tanta, mas tanta coisa. Talvez mesmo conseguisse dizer tudo aquilo que escondo desde o começo, um pouco por timidez, por vergonha, por falta de oportunidade, mas principalmente porque todos me dizem que sou demais precipitado, que coloco em palavras todo o meu processo mental (processo mental: é exatamente assim que eles dizem, e eu acho engraçado) e que isso assusta as pessoas, e que é preciso disfarçar, jogar, esconder, mentir. Eu não queria que fosse assim. Eu queria que tudo fosse muito mais limpo e muito mais claro, mas eles não me deixam, você não me deixa."

        Caio Fernando de Abreu

    "Em luta, meu ser se parte em dois. Um que foge, outro que aceita. O que aceita diz: não. Eu não quero pensar no que virá: quero pensar no que é. Agora. No que está sendo. Pensar no que ainda não veio é fugir, buscar apoio em coisas externas a mim, de cuja consistência não posso duvidar porque não a conheço. Pensar no que está sendo, ou antes, não, não pensar, mas enfrentar e penetrar no que está sendo é coragem. Pensar é ainda fuga: aprender subjetivamente a realidade de maneira a não assustar. Entrar nela significa viver."

        Caio Fernando de Abreu

    "Então me vens e me chega e me invades e me tomas e me pedes e me perdes e te derramas sobre mim com teus olhos sempre fugitivos e abres a boca para libertar novas histórias e outra vez me completo assim, sem urgências, e me concentro inteiro nas coisas que me contas, e assim calado, e assim submisso, te mastigo dentro de mim enquanto me apunhalas com lenta delicadeza deixando claro em cada promessa que jamais será cumprida, que nada devo esperar além dessa máscara colorida, que me queres assim porque assim que és..."

        Caio Fernando de Abreu

    "(...)Claro que você não tem culpa, coração, caímos exatamente na mesma ratoeira, a única diferença é que você pensa que pode escapar, e eu quero chafurdar na dor deste ferro enfiado fundo na minha garganta seca que só umedece com vodka, me passa o cigarro, não, não estou desesperada, não mais do que sempre estive, nothing special, baby, não estou louca nem bêbada, estou é lúcida pra caralho e sei claramente que não tenho nenhuma saída, ah não se preocupe, meu bem, depois que você sair tomo banho frio, leite quente com mel de eucalipto, gin-seng e lexotan,depois deito, depois durmo, depois acordo e passo uma semana a ban-chá e arroz integral, absolutamente santa, absolutamente pura, absolutamente limpa, depois tomo outro porre, cheiro cinco gramas, bato o carro numa esquina ou ligo para o CVV às quatro da madrugada e alugo a cabeça dum panaca qualquer choramingando coisas do tipo preciso-tanto-de-uma-razão-para-viver-e-sei-que-esta-razão-só-está-dentro-de-mim-bababá-bababá, até o sol pintar atrás daqueles edifícios, não vou tomar nenhuma medida drástica, a não ser continuar, tem coisa mais destrutiva que insistir sem fé nenhuma?”"

        Caio Fernando de Abreu

    "Primeiro você cai num poço. Mas não é ruim cair num poço assim de repente?No começo é. Mas você logo começa a curtir as pedras do poço. O limo do poço.A umidade do poço. A água do poço. A terra do poço. O cheiro do poço. O poçodo poço. Mas não é ruim a gente ir entrando nos poços dos poços sem fim? Agente não sente medo? A gente sente um pouco de medo mas não dói. A gentenão morre? A gente morre um pouco em cada poço. E não dói? Morrer não dói.Morrer é entrar noutra. E depois: no fundo do poço do poço do poço do poço você vai descobrir quê."

        Caio Fernando de Abreu

    "“Claro que deve haver alguma espécie de dignidade nisso tudo, ,a questão é onde, não nesta cidade escura, não neste planeta podre e pobre, dentro de mim? Ora não me venhas com autoconhecimentos-redentores, já sei tudo de mim, tomei mais de cinqüenta ácidos fiz seis anos de análise, já pirei de clínica, lembra? você me levava maçãs argentinas e fotonovelas italianas, Rossana Galli, Franco Andrei, Michela Roc, Sandro Moretti, eu te olhada entupida de mandrix e babava soluçando perdi minha alegria, anoiteci, roubaram minha esperança, enquanto você, solidário e positivo, apertava meu ombro com sua mão apesar de tudo viril repetindo reage, companheira, reage, a causa precisa dessa tua cabecinha privilegiada, teu potencial criativo, tua lucidez libertária, bababá bababá. As pessoas se transformavam em cadáveres decompostos à minha frente, minha pele era triste e suja, as noites não terminavam nunca, ninguém me tocava, mas eu reagi, despirei, e cadê a causa, cadê a luta, cadê o potencial criativo?”"

        Caio Fernando de Abreu

    "E uma compulsão horrível de quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Destruir antes que cresça. Com requintes, com sofreguidão, com textos que me vêm prontos e faces que se sobrepõem às outras. Para que não me firam, minto. E tomo a providência cuidadosa de eu mesmo me ferir, sem prestar atenção se estou ferindo o outro também. Não queria fazer mal a você. Não queria que você chorasse. Não queria cobrar absolutamente nada. Por que o Zen de repente escapa e se transforma em Sem? Sem que se consiga controlar"

        Caio Fernando de Abreu

    "Extremos da Paixão - Caio Fernando Abreu
    Não, meu bem, não adianta bancar o distante
    lá vem o amor nos dilacerar de novo...

    Andei pensando coisas. O que é raro, dirão os irônicos. Ou o que foi? - perguntariam os complacentes. Para estes últimos, quem sabe, escrevo. E repito: andei pensando coisas sobre amor, essa palavra sagrada. O que mais me deteve, do que pensei, era assim: a perda do amor é igual à perda da morte. Só que dói mais. Quando morre alguém que você ama, você se dói inteiro(a)- mas a morte é inevitável, portanto normal. Quando você perde alguém que você ama, e esse amor - essa pessoa - continua vivo(a), há então uma morte anormal. O NUNCA MAIS de não ter quem se ama torna-se tão irremediável quanto não ter NUNCA MAIS quem morreu. E dói mais fundo- porque se poderia ter, já que está vivo(a). Mas não se tem, nem se terá, quando o fim do amor é: NEVER.

    Pensando nisso, pensei um pouco depois em Boy George: meu-amor-me-abandonou-e-sem-ele-eu-nao-vivo-então-quero-morrer-drogado. Lembrei de John Hincley Jr., apaixonado por Jodie Foster, e que escreveu a ela, em 1981: Se você não me amar, eu matarei o presidente. E deu um tiro em Ronald Regan. A frase de Hincley é a mais significativa frase de amor do século XX. A atitude de Boy George - se não houver algo de publicitário nisso - é a mais linda atitude de amor do século XX. Penso em Werther, de Goethe. E acho lindo.

    No século XX não se ama. Ninguém quer ninguém. Amar é out, é babaca, é careta. Embora persistam essas estranhas fronteiras entre paixão e loucura, entre paixão e suicídio. Não compreendo como querer o outro possa tornar-se mais forte do que querer a si próprio. Não compreendo como querer o outro possa pintar como saída de nossa solidão fatal. Mentira:compreendo sim. Mesmo consciente de que nasci sozinho do útero de minha mãe,berrando de pavor para o mundo insano,e que embarcarei sozinho num caixão rumo a sei lá o quê, além do pó.O que ou quem cruzo entre esses dois portos gelados da solidão é mera viagem: véu de maya,ilusão,passatempo.E exigimos o terno do perecível,loucos.

    Depois, pensei também em Adèle Hugo, filha de Victor Hugo. A Adèle H. de François Truffaut, vivida por Isabelle Adjani. Adèle apaixonou-se por um homem. Ele não a queria. Ela o seguiu aos Estados Unidos, ao Caribe, escrevendo cartas jamais respondidas, rastejando por amor. Enlouqueceu mendigando a atenção dele. Certo dia, em Barbados, esbarraram na rua. Ele a olhou. Ela, louca de amor por ele, não o reconheceu. Ele havia deixado de ser ele: transformara-se em símbolosem face nem corpo da paixão e da loucura dela. Não era mais ele: ela amava alguém que não existia mais, objetivamente. Existia somente dentro dela. Adèle morreu no hospício, escrevendo cartas (a ele: É para você, para você que eu escrevo - dizia Ana C.) numa língua que, até hoje, ninguém conseguiu decifrar.

    Andei pensando em Adèle H., em Boy George e em John Hincley Jr. Andei pensando nesses extremos da paixão, quando te amo tanto e tão além do meu ego que - se você não me ama: eu enlouqueço, eu me suicido com heroína ou eu mato o presidente. Me veio um fundo desprezo pela minha/nossa dor mediana, pela minha/nossa rejeição amorosa desempenhando papéis tipo sou-forte-seguro-essa-sou-mais-eu. Que imensa miséria o grande amor - depois do não, depois do fim - reduzir-se a duas ou três frases frias ou sarcásticas. Num bar qualquer, numa esquina da vida.

    Ai que dor: que dor sentida e portuguesa de Fernando Pessoa - muito mais sábio -, que nunca caiu nessas ciladas. Pois como já dizia Drummond, o amor car(o,a,) colega esse não consola nunca de núncaras. E apesar de tudo eu penso sim, eu digo sim, eu quero Sins.

    (extraído do livro Pequenas Epifanias)"

        Caio Fernando de Abreu

    "Depois das nossas brigas, compreendi uma porção de coisas. Compreendi, por exemplo, que eu estava mitificando e mistificando você; que estava também me anulando perto de você; que estava aceitando tudo o que vinha de você somente por achar você bacana."

        Caio Fernando de Abreu

    "- Sobre todos aqueles que ainda continuam tentando, Deus, derrama teu sol mais luminoso.
    - E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda.
    - Sem rancor, sem saudade, sem tristeza. Sem nenhum sentimento especial a não ser a certeza de que, afinal, o tempo passou.
    - (…) Escutei uma espécie de silêncio. Que talvez estivesse dentro de mim.
    - Continue andando. Enfrente seus problemas de cara. Reaja. Vai. Tá pensando que é só você que sofre?
    - Às vezes a gente vai-se fechando dentro da própria cabeça, e tudo começa a parecer muito mais difícil do que realmente é.
    - Preciso de um colo que ninguém dá. Mas tudo bem.
    - Eu queria que não fosse assim, que não tivesse sido assim. Mas não consegui evitar.
    - É dificil aprisionar os que têm asas.
    - E lembro tão bem que ainda que não tivesse sido ontem, continuaria sendo ontem na memória.
    - Rezo a Deus, pedindo não cargas mais leves, e sim ombros mais fortes.
    - É que sempre que penso em ser feliz, você me vem a cabeça.
    - Que o teu afeto me afetou é fato.
    - E se eu te olhar cem vezes, acredite, em cada uma delas estarei me apaixonando um pouco mais.
    - Não sei fazer “jogo social”. Até saberia, mas não me interessa, tenho preguiça.
    - Finalmente algo de bom no Youtube, VEJAM: migre.me/7Kd5O
    - Uma coisa que eu aprendi na vida: Deus não te tira as coisas, ele te livra delas.
    - Eu te amo virou uma frase tão romântica quanto me passa o açúcar.
    - Eu sinto ciúme quando alguém te abraça, porque por um segundo essa pessoa está segurando meu mundo inteiro.
    - Amanhã é outro dia, aprendi isso ontem.
    - Nunca, jamais diga o que sente. Por mais que te doa, por mais que te faça feliz. Quando sentir algo muito forte, peça um drink.
    - Eu vou deixar pra lá, fingir que esqueci, agir como se não importasse. O que é verdadeiro, volta e quem tem que ficar, fica.
    - E nessa de cuidar, vou cuidar de mim. De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais.
    - Eu comecei minha faxina. Tudo o que não serve mais (sentimentos, momentos, pessoas) eu coloquei dentro de uma caixa. E joguei fora.
    - Uma coisa que eu aprendi na vida: Deus não te tira as coisas, Ele te livra delas.
    - Você é um(a) idiota. É um(a) babaca cretino(a) e sabe disso. Você frusta todas as expectativas que eu já tive em relação à alguém pra mim.
    - Se a vida é um circo, serei eu o palhaço?
    - Engole teu coração e se ama por dentro.
    - Uma dose de amnésia, e duas de desapego, por favor.
    - Sabe quando você lembra do sorriso dele, e involuntariamente você sorri também? Então..
    - Foram tantas brincadeiras, tantas conversas, tantas risadas e olhe agora. Nem conversamos mais.
    - Não sinto raiva, não sinto nada. Sinto saudades, de vez em quando. Quando penso que poderia ter sido diferente.
    - Sabe o tal do amor-próprio? Então, tô ficando com ele e nossa relação anda ótima!
    - Sem rancor, sem saudade, sem tristeza. Sem nenhum sentimento especial a não ser a certeza de que, afinal, o tempo passou.
    - Eu dizia que “gostava” de você, que sentia saudade de você, que eu precisava de você, que eu não conseguia viver sem você. Mas não era amor.
    - Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonhos demorados, quanto minhas insônias insuportáveis.
    - Meio sem esperança, as ilusões despedaçadas, o coração taquicárdico, língua seca, e continuando. Continuando.
    - O que é seu encontrará um caminho para chegar até você.
    - Eu queria que em um dia qualquer, você chegasse de fininho, me abraçasse apertado e dissesse: Senti sua falta.
    - Supere isso e, se não puder superar, supere o vício de falar a respeito.
    - Uma pessoa não precisa estar a vida inteira ao seu lado para se tornar única e inesquecível.
    - Nunca se esqueça: quando um capítulo termina, outro começa.
    - Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
    - Hoje, quero passar dos limites da aparência e achar o que há de mais lindo no coração.
    - Bonito mesmo é essa coisa da vida: Um dia, quando menos se espera, a gente simplesmente supera.
    - E quem pode comigo, quando eu digo tudo que sinto?
    - Tem coisas que a gente vai deixando de ser e nem percebe.
    - Ô menina, veja bem… Ouça uma boa música, leia um bom livro e bola pra frente. Pode parecer clichê, mas funciona. Vá por mim.
    - Fé, cabeça erguida e esquece as maldades do mundo.
    - O tempo tem uma forma maravilhosa de nos mostrar o que realmente importa.
    - Choro sozinho no escuro, e você não enxuga as minhas lágrimas.
    - Não é fácil, muitas vezes eu me sinto sufocar de saudade, de vontade de estar perto.
    - Se não brilha mais, não insista. Lâmpada queimada não se arruma. Se troca por outra.
    - Pegue tudo a que você tem direito, e nós temos direito a absolutamente tudo de bom.
    - Eu ando fingindo muito. Finjo que não importo, finjo que não quero, finjo que não sinto, finjo que não vejo, finjo que esqueço.
    - Sofrer dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa.
    - Sempre chega um momento em que até o bom se torna insuportável.
    - Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo.
    - Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda.
    - Vamos fazer assim: você não existe, que eu não te desejo.
    - Força e fé. Dai-me força, dai-me fé e dai-me luz.
    - Nada é eterno. O café esfria, o cigarro apaga, o tempo passa, as pessoas mudam…
    - O tempo corre e a gente vai descobrindo jeitos de se proteger.
    - Quero outra vez um quarto todo branco e um par de asas. Mesmo de papelão!
    - Gosto de pessoas doces, gosto de situações claras – e por tudo isso, ando cada vez mais só.
    - E eu serei forte, mesmo se tudo der errado mais uma vez.
    - E se me perguntarem como estou, eis a resposta: Estou indo. Sem muita bagagem. Pesos desnecessários causam sempre dores desnecessárias.
    - Fiz fantasias. No meu demente exercício para pisar no real, finjo que não fantasio. E fantasio, fantasio.
    - Talvez, ele volte. Ou não.
    - Talvez, ele perceba que você faz falta e diferença, de alguma forma, numa noite fria.
    - Já chorei muito, já doeu muito esse coração…
    - Resolvi ser feliz porque é melhor para a saúde.
    - Preciso sim, preciso tanto. Alguém que aceite tanto meus sonhos demorados, quanto minhas insônias insuportáveis.
    - Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
    - Sabe de uma coisa? Eu desisto das pessoas.
    - Existe sempre alguma coisa ausente.
    - É em você que eu penso, é de você que eu gosto, é pra você que eu volto… Sempre.
    - Eu não quero viver longe de você. Digo, viver sem falar contigo, sem saber como foi o seu dia, o que você fez, como esta se sentindo.
    - Meu medo não é te perder pra alguém melhor… É te perder pra alguém que não te ame tanto quanto eu.
    - E se me perguntarem como estou, eis a resposta: Estou indo. Sem muita bagagem. Pesos desnecessários causam sempre dores desnecessárias.
    - Não vou atrás de ninguém. Não mais. Eu não quero me apegar em ninguém, não quero precisar de ninguém.
    - Foram tantas brincadeiras, tantas conversas, tantas risadas e olhe agora. Nem conversamos mais.
    - Acalma esse coração, pequena, que desespero nunca resolveu problema.
    - Às vezes, sinto falta, às vezes, acho que é um alívio estar longe...
    - Daqui a 50 anos eu ainda vou saber seu nome e vou me lembrar de todas as vezes que você me fez sorrir.
    - Hoje eu só queria ouvir: “eu te procurei pra saber se você está bem”.
    - Não é fácil, muitas vezes eu me sinto sufocar de saudade, de vontade de estar perto.
    - Ultimamente não estou esperando coisas boas, e nem ruins, de nada e nem de ninguém. Por mim, tanto faz, cansei de criar falsas expectativas.
    - Sabe o tal do amor-próprio? Então, tô ficando com ele e nossa relação anda ótima!
    - Se não fosse amor, não haveria planos, nem vontades, nem ciúmes, nem coração magoado.
    - Se não brilha mais, não insista. Lâmpada queimada não se arruma. Se troca por outra.
    - Parei de trabalhar. Parei de ser e de fazer qualquer outra coisa além de esperar que ele voltasse.
    - E Deus continua sussurrando: “Não desista, o MELHOR ainda está por vir.
    - Eu queria que em um dia qualquer, você chegasse de fininho, me abraçasse apertado e dissesse: Senti sua falta…
    - Eu te amo. Mesmo negando. Mesmo deixando você ir. Mesmo não te pedindo pra ficar. Mesmo estando longe, eu te amo. E amo mesmo.
    - Eita, que menina doida! Fala sozinha e ama também.
    - Todo mundo tá comentando: migre.me/7HhW3 =o
    - Para provar novos chás, é preciso esvaziar a xícara.
    - Aquilo que não te acrescenta, em nada te fará falta.
    - Fiz fantasias. No meu demente exercício para pisar no real, finjo que não fantasio. E fantasio, fantasio.
    - Gosto de pessoas doces, gosto de situações claras - e por tudo isso, ando cada vez mais só.
    - Sempre acabava gostando das malditas pessoas e todas as suas loucuras.
    - Eu ando tomando o rumo certo agora, me deseje sorte.
    - Não foi nada. Deu saudade, só isso. De repente, me deu tanta saudade.
    - Talvez o mal é que a gente pede amor o tempo todo.
    - Tô exausto de construir e demolir fantasias. Não quero me encantar com ninguém.
    - Não choro minhas perdas, nem temo a inveja e o olho gordo que me rodeiam. Sou de deus, quem não é que se cuide.
    - Nada é eterno. O café esfria, o cigarro apaga, o tempo passa, as pessoas mudam…
    - Seus olhos eram de desilusão, de cansaço. Cansada de construir sonhos, planos, fantasias. E depois da desilusão ter de destruir uma a uma.
    - Tenho repetido que, no que depender de mim, me recuso a ser infeliz.
    - Você se foi e eu afundei numa melancolia de dar gosto.
    - Que comece agora e que seja permanente essa vontade de ir além daquilo que me espera.
    - Foi por não ser vela que o vento não apagou. Era vagalume, tinha uma vida inteira pra brilhar!
    - E te cuida, por favor, te cuida bem. Não é porque estás longe que não te quero bem.
    - E se me perguntarem como estou, eis a resposta: Estou indo. Sem muita bagagem. Pesos desnecessários causam dores desnecessárias.
    - Talvez eu só precise de férias, um porre e um novo amor.
    - E apesar do meu medo há em mim uma paz enorme que eu chamo de felicidade.
    - Porque aprendi, que a vida, apesar de bruta, é meio mágica. Dá sempre pra tirar um coelho da cartola.
    - Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria.
    - Então me sinto protagonista de um filme chamado: Criaturas que o mundo esqueceu.
    - Sobre todos aqueles que ainda continuam tentando, Deus, derrama teu sol mais luminoso.
    - Não consigo mais aceitar relações pela metade. Em outras palavras, raspas e restos não me interessam.
    - Força e fé, repete comigo: dai-me força e dai-me fé, dai-me luz.
    - Tenho repetido que, no que depender de mim, me recuso a ser infeliz.
    - Pode parecer meio ambicioso, mas gostaria de ajudar a transformar este mundo numa coisa melhor.
    - PRA QUEM TEM AENTRE 13 À 25 ANOS: migre.me/7Gq7T
    - Desnecessário é sofrer por alguém que você sabia que nunca iria dar certo.
    - Não sinto raiva, não sinto nada. Sinto saudade, de vez em quando. Quando penso que poderia ter sido diferente.
    - E eu serei forte, mesmo se tudo der errado mais uma vez.
    - Gosto de pessoas doces, gosto de situações claras; e por tudo isso, ando cada vez mais só.
    - Então me sinto protagonista de um filme chamado: Criaturas que o mundo esqueceu.
    - Aprendi a gostar de viver e ser feliz.
    - Sofrer dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa.
    - Essa morte constante das coisas é o que mais dói.
    - Não se permita entristecer por nada, nem por ninguém.
    - O futuro é um abismo escuro, mas pouco importa onde terminará a minha queda.
    - Sonhei que você sonhava comigo. Ou foi o contrário? Seja como for, pouco importa: não me desperte, por favor, não te desperto.
    - Aquilo que não te acrescenta, em nada te fará falta.
    - Não sei fazer ” jogo social ” . Até saberia ,mas não me interessa , tenho preguiça.
    - Fiz fantasias. No meu demente exercício para pisar no real, finjo que não fantasio. E fantasio, fantasio.
    - Amor não resiste a tudo, não. Amor é jardim. Amor enche de erva daninha. Amizade também, todas as formas de amor.
    - aço apertado, mensagem na madrugada, quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros, quero parar de me doar e começar a receber.
    - Eu ando tomando o rumo certo agora, me deseje sorte.
    - Sinto uma falta absurda de você. Ficou um vazio que ninguém pre(enche). E penso e repenso e trepenso em você.
    - Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa."

        Caio Fernando de Abreu

    "Aliás, não quero ter nem ser de ninguém. Quero algo além desse sentimento de posse, quero a entrega todo dia, por vontade própria. Sem contratos de amor eterno. Que o meu alguém tenha mil defeitos, seja o oposto de todas as minhas idealizações, mas que me ame com o coração e a alma, me respeite, cuide de mim, me proteja. Sem sufocações, sem pressões, um amor leve e sem cobranças.-CFA"

        Caio Fernando de Abreu

    "Com gente feliz ao seu redor.Com chuvas de sorrisos e de olhares que vem da alma. Não importa se grandes notícias não virão hoje.Que também não venham as más. Que seu dia seja de paz. Que você esteja em paz. E que você olhe os problemas de cima, e as pessoas que você convive, com olho no olho. Que as palavras do dia sejam ‘leveza’, ‘doçura’, ‘calmaria’, ‘tranquilidade’. E que suas próximas horas sejam carregadas de pensamentos positivos e muita paz no coração. Só vim te desejar um ótimo dia. Colorido e florido. Amém."

        Caio Fernando de Abreu

    "Quero colo

    Exatamente assim. Pesada, sufocada. Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afetos, todos os carinhos, todas as atenções.

    Quero colo, quero beijo, quero cafuné, abraço apertado, mensagem na madrugada, quero flores, quero doces, quero música, vento, cheiros ... quero parar de me doar e começar a receber.

    Sabe, eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre virgulas, aspas, reticências... eu vou gostando... eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou... e continuo indo, assim, desse jeito, sem virar páginas, sem colocar pontos... e vou... dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros tem para me dar."

        Caio Fernando de Abreu

    "Gosto muito de você gosto muito de você gosto muito de você sem pausas. Aos caminhos, entrego o nosso encontro e se tiver que ser, como tem que ser, do jeito que tiver que ser, a gente volta um dia. Da maior importância, meu bem. Thats it! Esteja bem. Queira estar bem. Como se fosse verdade, um beijo"

        Caio Fernando de Abreu

    "Ela é uma moça de poses delicadas, sorrisos discretos e olhar misterioso.
    Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura.
    Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista.
    Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo.
    Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez.
    Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna."

        Caio Fernando de Abreu

    " Insistir naquilo que já não existe é como calçar um sapato que não te cabe mais: machuca, causa bolhas, chega à carne viva e sangra.
    Então é melhor ficar descalça .. deixar livre o coração. "

        Caio Fernando de Abreu

    "É lenta e quase não fala. Tem olhos hipnóticos, quase diabólicos. E a gente sente que ela não espera mais nada de nada nem de ninguém, que está absolutamente sozinha e numa altura tal que ninguém jamais conseguiria alcançá-la. Muita gente deve achá-la antipaticíssima, mas eu achei linda, profunda, estranha, perigosa. É impossível sentir-se à vontade perto dela, não porque sua presença seja desagradável, mas porque a gente pressente que ela está sempre sabendo exatamente o que se passa ao seu redor. Talvez eu esteja fantasiando, sei lá. Mas a impressão foi fortíssima, nunca ninguém tinha me perturbado tanto."

        Caio Fernando de Abreu

    "Confesso que às vezes me dão umas crises de choro que parecem não parar, um medo e ao mesmo tempo uma certeza de tudo que quero ser, que quero fazer. Confesso que você estava em todos esses meus planos, mas eu sinto que as coisas vão escorrendo entre meus dedos…"

        Caio Fernando de Abreu

    "Ninguém te ama, ninguém te quer, ninguém te conhece, ninguém tem acesso à tua alma. Tuas neuras são só tuas, e parece que nada nem ninguém preenche esse vazio."

        Caio Fernando de Abreu

    "E à noite eu ainda te espero, mesmo quando sei que você não virá, só para ter saudade."

        Caio Fernando de Abreu

    "E sem saber por quê, começou a chorar sentindo-se só e pobre e feia e infeliz e confusa e abandonada e bêbada e triste, triste, triste."

        Caio Fernando de Abreu

    "Que seja tudo por completo. Nada de restos ou pedaços.
    Por favor não me apareça pela metade."

        Caio Fernando de Abreu

Biografia


Caio Fernando Abreu iniciou os cursos de Letra e Artes Cênicas, ambos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mas abandonou ambos para trabalhar como jornalista de revistas como Nova, Manchete, Veja e Pop. Também colaborou com jornais como O Correio do Povo, Zero Hora, Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo.

Perseguido pelo DOPS, refugiou-se na casa a escritora Hilda Hist. Exilou-se voluntariamente na Europa, Espanha, Suécia, Paises Baixos, Inglaterra e França, retornando a Porto Alegre em 1974.

Também morou no Rio de Janeiro e São Paulo. Retornou à França mas após descobri-se portador do HIV, retornou a casa dos seus pais em Porto Alegre até a sua morte.

Bibliografia:
Inventário do Irremediável, contos;
Limite Branco, romance;
O Ovo Apunhalado, contos;
Pedras de Calcutá, contos;
Morangos Mofados, contos;
Triângulo das Águas, novelas;
As Frangas, novela infanto-juvenil;
Os Dragões não conhecem o Paraíso, contos;
A Maldição do Vale Negro, peça teatral;
Onde Andará Dulce Veiga?, romance;
Dov\'è finita Dulce Veiga?, novela;
Bien loin de Marienbad, novela;
Molto lontano da Marienbad, contos;
Ovelhas Negras, contos;
Mel & Girassóis, antologia;
Estranhos Estrangeiros, contos;
Pequenas Epifanias, crônicas;
Teatro Completo;
Cartas, correspondência;
I Draghi non conoscono il Paradiso, contos;

Teatro
O homem e a mancha
Zona contaminada

Tradução
A arte da guerra, de Sun Tzu, 1995 (com Miriam Paglia).
A balada do café triste, de Carson McCullers, 1991.

"As coisas muito claras me noturnam."

    Manoel de Barros

"Onde não puderes amar, não te demores..."

    Augusto Branco

"Eu não desisti...apenas não insisto mais."

    Cazuza

"Fácil é sonhar todas as noites. Difícil é lutar por um sonho."

    Carlos Drummond de Andrade

"Soltar os demônios pode ser muito educativo em certas ocasiões."

    Deepak Chopra

"Os mentirosos estão sempre prontos a jurar."

    Vittorio Alfieri

"O sexo é o alívio da tensão. O amor é a causa"

    Woody Allen

"Todo o homem é culpado do bem que não fez."

    Voltaire

"Vento

Pastor das nuvens."

    Mario Quintana

"A maior felicidade é quando a pessoa sabe porque é que é infeliz."

    Fiódor Dostoiévski