Sobre o Autor

Augusto Cury

Augusto Jorge Cury (1958), psiquiatra e escritor brasileiro.

Nunca desista de seus Sonhos!

Não um normal que não seja anormal e nem anormal que não seja passível de ser um mestre. (O Futuro da Humanidade)

Não vela a pena pressionar quem não está disposto ao diálogo. (O Futuro da Humanidade)

Antidepressivos tratam a dor depressão, mas não curam o sentimento de culpa e nem tratam a angústia da solidão. (O Futuro da Humanidade)

Se você não brincar com a vida, a vida brigará com você. (O Futuro da Humanidade)

Quem vende sua liberdade nunca foi digno dela. (O Futuro da Humanidade)

Os aventureiros realizam suas conquistas e as demais pessoas os aplaudem.

Quem é bonito pra mim, pode não ser tão belo assim pra você. “A beleza está nos olhos de quem vê”

Ando no traçado do tempo a procura de mim mesmo até hoje não sei quem sou, mas sou um caminhante e não um conformista.

A vida é um show, e por traz de um ator ou atriz que falha há sempre uma pessoa machucada nos bastidores.

Quem não se deslumbra com o fenômeno da existência será como uma criança que vive no teatro do tempo sem ter consciência mínima da vida.

Entendi que não se conhece um ser humano pela doçura da voz,pela bondade dos gestos ou pela simplicidade das vestes,mas tão somente quando se lhe dá poder e dinheiro.

A maior vingança contra um inimigo, é perdoá-lo, mate-o dentro de si.

Só me sinto digna de minhas asas, se eu as utilizar para fazer ou outrosvoarem!

Se pensar, entenderá que a culpa, os erros,as decepções e as desgraças são privilégios de uma vida conciente. A Morte não tem estes privilégios!

Se você permitir uma crítica o destruirá. Mas, se você se proteger, um milhão de ofensas não o afetarão (...) Proteja sua emoção.

Seja um sábio reconheça seus erros e não se esconda atrás da sua rigidez e de seus julgamentos.

Na lógica da vidadividir é aumentar. Dividir as conquistas multiplica a felicidade. Siga sempre a lógica da vida.

Os suicidas, mesmo os que planejam a morte, não querem se matar, mas matar a sua dor.

Ser ator ou atriz principal no teatro da vida não significa não falhar ou não chorar, mas ter habilidade para refazer caminhos, coragem para reconhecer erros, humildade para enxergar nossas limitações e força para deixar de ser aprisionado pelos pensamentos pessimistas e emoções doentias.

Nossas crianças não vivem horrores das guerras, não vêem casas destruídas nem corpos mutilados, mas têm suas ingenuidade esfacelada, sua capacidade de brincar ferida, sua imaginação sequestrada pela ansiedade por necessidades não necessárias. Não é isso uma forma de horror?

Certa vez houve uma inundação numa imensa floresta. O choro das nuvens que deveriam promover a vida dessa vez anunciou morte. Os grandes animais bateram em retirada fugindo do afogamento, deixando até os filhos para trás. Devastavam tudo o que estava à frente. Os animais menores seguiam seus rastros. De repente uma pequena andorinha, toda ensopada, apareceu na contramão procurando a quem salvar. As hienas viram a atitude da andorinha e ficaram admiradíssimas. Disseram: “Você é louca! O que poderá fazer com um corpo tão frágil?”. Os abutres bradaram: “Utópica! Veja se enxerga a sua pequenez!”. Por onde a frágil andorinha passava, era ridicularizada. Mas, atenta, procurava alguém que pudesse resgatar. Suas asas batiam fatigadas, quando viu um filhote de beija-flor debatendo-se na água, quase se entregando. Apesar de nunca ter aprendido mergulhar, ela se atirou na água e com muito esforço pegou o diminuto pássaro pela asa esquerda. E bateu em retirada, carregando o filhote no bico. Ao retornar, encontrou outras hienas, que não tardaram muito a declarar: “Maluca! Está querendo se heroína!”. Mas não parou; muito fatigada, só descansou após deixar o pequeno beija-flor em local seguro. Horas depois, encontrou as hienas embaixo de uma sombra. Fitando-as nos olhos, deu a sua resposta: “Só me sinto digna das minhas asas se eu as utilizar para fazer os outros voarem”. Do livro O Vendedor de Sonhos.

...Jamais peça para alguém amá-lo.Jamais peça para alguém admirá-lo.Amor,admiração,bem como respeito,são construídos sem pressão,no solo insubstituível da liberdade.São frutos de imagens construídas nas janelas mais íntimas do inconsciente...

Somos a única espécie, em meio a milhões na natureza, que pensa, tem consciência de si mesma e escreve sua história. Um privilégio indescritível. Mas temos escrito uma história que nos liberta ou nos aprisiona? Muitos vivem em sociedades livres, mas são escravos das suas emoções. Não treinam sua psique para construir um amor inteligente e uma mente brilhante e, por isso, desenvolvem transtornos psíquicos que os controla e que asfixia os outros.

“Quando considero a brevidade da existência dentro do pequeno parêntese do tempo e reflito sobre tudo o que está além de mim e depois de mim, enxergo minha pequenez. Quando considero que um dia tombarei no silêncio de um túmulo, tragado pela vastidão da existência, compreendo minhas extensas limitações e, ao deparar com elas, deixo de ser deus e liberto-me para ser apenas um ser humano. Saio da condição de centro do universo para ser apenas um andante nas trajetórias que desconheço...”

Sem filosofar a vida, viverão na superfície. Não perceberão que a existência é como os raios solares que despontam solenemente na mais bela aurora e se despedem fatalmente no acaso. do livro O Vendedor de Sonhos

Não tema a difamação exterior. Tema seus próprios pensamentos, pois somente eles podem penetrar em sua essência e destruí-la.

Somos meninos brincando no teatro do tempo; todo conhecimento que temos, ainda não nos levou ao subsolo do nosso inconsciente.

Estamos mórbidos e cronicamente insatisfeitos. A indústria do entretenimento explode desenvolvimento e a indústria dos tranquilizantes explode em crescimento.

Temos programas de humor, mas onde estão os sorrisos que duram até a manhã seguinte?