Abílio Guerra Junqueiro foi um célebre escritor, jornalista e político português. Autor de obras que são conhecidas até hoje, é um dos representantes da "Escola Nova".

Abílio Guerra Junqueiro foi um célebre escritor, jornalista e político português. Autor de obras que são conhecidas até hoje, é um dos representantes da "Escola Nova".

Frases e Pensamentos

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    "Quando a alma, ao termo de mil hesitações e desenganos, cravou as raízes para sempre num ideal de amor e de verdade, podem calcá-la e torturá-la, podem-na ferir e ensanguentar, que quanto mais a calcam, mais ela penetra no seio ardente que deseja."

        Abílio Guerra Junqueiro

    "Toda a alegria vem do amor, e todo o amor inclui o sofrimento."

        Abílio Guerra Junqueiro

    "O sorriso que ofereceres, a ti voltará outra vez."

        Abílio Guerra Junqueiro

    "Nas almas medíocres e superficiais atua sobretudo a realidade transitória das linhas e dos sons, das formas e das cores. As naturezas elevadas, ao contrário, são sempre objetivas e metafísicas."

        Abílio Guerra Junqueiro

    "A dor é a escada de fogo que nos conduz à vida eterna."

        Abílio Guerra Junqueiro

    "A alegria é o sofrimento amoroso, o sofrimento espiritualizado."

        Abílio Guerra Junqueiro

    "A vida é um calvário. Sobe-se ao amor pela dor, à redenção pelo sofrimento."

        Abílio Guerra Junqueiro

    "A felicidade consiste em três pontos: trabalho, paz e saúde."

        Abílio Guerra Junqueiro

    "A dor eleva, a dor exalta, a dor diviniza."

        Abílio Guerra Junqueiro

    "Na alma da maioria dos homens grunhe ainda, baixo e voraz, o focinho do porco."

        Abílio Guerra Junqueiro

    "Quem fraterniza com a dor, comunga no grémio de Deus."

        Abílio Guerra Junqueiro

Biografia


Abílio Manuel Guerra Junqueiro nasceu em Portugal, em 1850. Filho de pais ricos e rigorosos seguidores da fé católica, Guerra Junqueiro frequentou a Faculdade de Teologia, entre 1866 e 1868. Mas, largou a idéia de ser padre e se dedicou ao Direito, indo estudar na Universidade de Coimbra, onde se formou em 1873.

Foi a partir dessa época que passou a frequentar o círculo dos políticos e intelectuais da cidade. Sua iniciação literária aconteceu em 1866, quando publicou “Mysticae nuptiae”, seguida de “A morte de D. João“, de 1874. No ano seguinte, começou a colaborar na revista Lanterna Mágica e publicou sua obra mais conhecida, “A velhice do Padre Eterno".

Além disso, o autor foi secretário dos governos de Angra e Viana. Filiado ao Partido Progressista, monárquico, que estava na oposição de 1879, foi deputado pelo círculo de Quelimane, Moçambique (1880) e representou o país em Berna.

Guerra Junqueiro passou a fazer parte do grupo Vencidos da Vida, em 1888. A esse grupo também pertenciam grandes nomes como Eça de Queirós e Oliveira Martins. Pouco tempo depois, em 1891, o autor resolveu se recolher em suas propriedades no Douro.

Guerra Junqueiro faleceu em Lisboa, em 1923.

Algumas obras do autor:
“A musa em férias“, de 1879
“Prosas Dispersas”, de 1921
“Horas de Combate”, de 1924
“Duas Páginas dos Catorze Anos”, de 1864
“Vozes sem Eco”, de 1867

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"Todo o homem é culpado do bem que não fez."

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"Soltar os demônios pode ser muito educativo em certas ocasiões."

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